“Tudo bem, então, a mamãe vai cozinhar um banquete inteiro para você esta noite.” Parecia que elas haviam voltado aos dias em que eram apenas as duas contra o mundo, e seu coração se iluminou.
“Eu serei sua pequena ajudante,” Jessie disse imediatamente.
“Tudo bem.” Ela deu um beijo na bochecha da filha.
Elise levou a filha ao supermercado e voltou com sacolas cheias de compras. As duas prepararam juntas uma mesa farta de pratos.
“O jantar parece tão rico esta noite. Eu até gostaria de uma bebida.” Ela não se sentia tão feliz há muito tempo.
“Mamãe, eu tenho refrigerante. Você pode tomar um pouco de vinho. Vamos brindar juntas,” sugeriu Jessie.
“Então... eu vou tomar só um pouquinho.” Ela se lembrou de que um fã lhe dera uma boa garrafa de licor.
Ela foi procurá-la. Era uma bebida branca forte, do tipo que desce queimando. Era exatamente o que ela queria esta noite.
“Se eu ficar bêbada, não se preocupe comigo. Deixe-me dormir no sofá. Apenas jogue um cobertor sobre mim,” ela avisou a filha com antecedência.
“Está tudo bem, mamãe. Beba o quanto quiser. Se você realmente ficar bêbada, eu posso cuidar de você. Quando o papai chegava em casa acabado de jantares de negócios antes, era eu quem cuidava dele.” Ela já tinha experiência.
Elise sorriu. “Não vamos falar dele. Saúde.” Ela finalmente havia se livrado de Jim e podia estar com sua filha novamente. Isso merecia uma celebração adequada.
Ela pretendia parar no primeiro copo, mas a bebida era viciante. Depois do segundo, ela quis o terceiro.
“Só mais um copo e pronto.” Ela disse isso para Jessie e para si mesma.
“Mãe, se você quiser, beba. Contanto que esteja feliz,” Jessie não a impediu.
“Não, não posso realmente fazer você cuidar de uma bêbada como eu.” Elise achava que ainda não estava bêbada, mas suas bochechas já estavam coradas.
No fim, ela entornou mais da metade da garrafa. Ela se esparramou no sofá e começou a divagar. “Jessie, a mamãe está muito feliz hoje...”
“Mãe, você está bêbada.”
“Não, não estou. Deixe-me deitar aqui um pouco. Vou ficar bem em um minuto.” Antes de terminar, seu estômago deu um solavanco. Ela correu para o banheiro e vomitou.
“Mãe, vou preparar uma água com mel para você.” Jessie realmente sabia como cuidar de pessoas embriagadas.
Mas ela procurou e não conseguiu encontrar mel, nem qualquer chá para ressaca. Então ela se deu conta — aquele lugar não tinha essas coisas. Só a casa do papai tinha.
Ela viu o celular da mamãe na mesa de centro, pegou-o sem pensar e discou o número que já sabia de cor.
Jim estava em um jantar, circulando entre os convidados. Seu escândalo recente tinha explodido de forma terrível. Ele precisava lidar com as consequências pessoalmente e consertar a bagunça que o grupo enfrentava.
Por que diabos ela estava bêbada? Ela também estava em algum jantar?
Ela não sabia que tinha uma filha para cuidar?
Do nada, a fúria se acendeu. “Fique em casa e espere. Eu levo agora mesmo.” Ele desligou, colocou o celular no bolso e parou por um instante. Por que ele se importava se ela estava bêbada?
Jim saiu apressado do banquete, comprou um pouco de chá para ressaca e mandou o motorista pisar fundo até o local que Elise e a filha estavam alugando agora.
Jessie abriu a porta para ele. “Papai, você veio.” Vendo a sacola na mão dele com o chá dentro, ela esticou o braço. “Dê para mim. Vou preparar para a mamãe.”
Jim sabia que ela assumiria o controle disso, então entregou o chá.
Ele entrou direto. O lugar cheirava a álcool. Sua testa franziu-se involuntariamente. “Onde ela está?”
“A mamãe acabou de vomitar. Eu a ajudei a ir para o quarto para deitar,” disse Jessie.
Havia dois quartos. Ele se dirigiu ao principal. Da soleira da porta, viu aquela mulher esparramada, imóvel na cama. O cheiro de álcool ainda pairava no ar.
Subitamente, um peso sombrio pressionou seu peito. Ele deu alguns passos largos e a puxou da cama. “Que tipo de mãe você é? Ficar bêbada desse jeito e fazer sua filha cuidar de você?”

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Pai Bilionário do Meu Filho
Hummm, hora de descobrir que o bebê é filha da Jéssica....
Esse Neil é realmente louco, mas um louco engraçado gostei desse personagem muito bom....
CriCriCri...estou sem palavras, o cara se matou por causa de uma louca que já se foi, que lealdade macabra....
Vixi coitado do Arthur, acho que eles vão acabar matando essa criança,essa mulher não conhece algo parecido como gravador de um celular ou caneta gravadora, falta mais emoção nesta história e astúcia também por parte da protagonista....
Aliás está mansão não tem câmeras, nunca vi isso 😕. Hoje em dia até casas mais simples tem câmeras....
Falei, se Charles não aparece essa mãe não é capaz de defender seu próprio filho,acho esse personagem fraco sem habilidades de defesas tanto físicas quanto moral. Está criança vai sofrer muito se não souber se defender sozinho do inimigo...
Vamos lá, quem casa quer casa, ela não é obrigada a compartilhar de sua vida de família de três com ninguém ,ainda mais com os seus inimigos jurados, então sim sair deste lugar seria estrategicamente uma opção muito melhor, não significa fugir da guerra mas planejar estratégias muito melhor e de quebra defender seu filho, que com essas cobras aí vai ser alvo fácil com certeza....
Se impor faz bem de vez em quando sabia....
O que rapaz , faça logo um escarcéu e pronto que que é isso eu em, ninguém pode separar os filhos de seus pais e quem é este velho para falar assim dela só porque tem dinheiro é isto mesmo? Hoje rico amanhã pobre....😡😡😡...
Garota esperta, é isso ai só espero que não se torne obcecada para destruir o casamento deste casal, lindo, que romântico esses dois....