O rasgo do tecido quase a destruiu por completo. “Sr. Jim, se você ousar fazer isso comigo, eu nunca o perdoarei — nem que eu morra!”
Ele agiu como se não tivesse ouvido uma única palavra. Era como se ele tivesse perdido o juízo. Naquele momento, ele só queria possuí-la.
Sem ter como escapar, ela entrou em pânico e gritou: “Saia de cima de mim! Se você me forçar, eu vou ligar para a polícia e denunciar você por estupro!”
A ameaça não o abalou. Ele soltou uma risada gélida. “Então vá em frente e denuncie.” Ele não tinha medo.
O homem transformou-se em um demônio e, no fim, tomou-a de qualquer maneira…
Ele a beijou — não apenas seus lábios, mas em todos os lugares — marcando sua pele como se quisesse selar sua propriedade.
Após um frenesi selvagem e brutal, Elise não tinha mais forças. Encolhida como um pequeno camarão, ela jazia na cama, os cabelos longos em uma confusão emaranhada, a pele pálida pontilhada de mordidas vermelhas como morangos.
Ela não se movia. Seus olhos estavam vazios, fitando o nada, com rastros de lágrimas ainda secando nos cantos.
Ela parecia uma boneca de pano — atordoada por ele ter descido tão baixo.
O Sr. Jim estava de pé junto à janela, um cigarro queimado até o filtro entre os dedos. Ele observava a mulher na cama, com o rosto inexpressivo. Cada soluço suave dela arranhava seus nervos.
Ele não se arrependia do que tinha feito. Ele apenas não queria vê-la daquele jeito.
Ele esmagou a última brasa no cinzeiro e aproximou-se, pegando as roupas no chão. “Se já descansou o suficiente, vá tomar banho. E não me venha com esse olhar de ferida. Não é como se fosse a nossa primeira vez.” Com isso, ele dirigiu-se ao banheiro.
Elise continuava imóvel. Somente quando o som da água começou a correr é que seus olhos finalmente vacilaram.
Ela deslizou para fora da cama, pegou as roupas rasgadas que ele havia jogado no chão, tirou o telefone de um bolso e, com as mãos trêmulas, discou. Quando falou, sua voz falhou. “Alô, eu gostaria de denunciar um crime…”
Ela apertou o telefone com força. Ela já havia dito antes — se ele algum dia a forçasse, ela o mandaria prender.
Rex soube que o Sr. Jim havia levado Elise e imaginou que ele estava atrás dela por causa da coletiva de imprensa.
Ele teve um mau pressentimento, então disse ao seu assistente para levar alguns homens à vila do Sr. Jim para tirá-la de lá.
Quando o Sr. Jim saiu do banho, viu que ela havia saído da cama e estava sentada no sofá perto da janela, ainda vestindo as roupas que ele havia rasgado.
Algo brilhou em seus olhos. Ele caminhou decididamente em direção a ela.
“Vá tomar banho. Troque de roupa. Há roupas para você no closet”, disse ele.
Elise continuava olhando pela janela. Ela não olhou para ele — como se não tivesse ouvido nada.
As sobrancelhas dele se contraíram. Ele se abaixou e apertou o queixo dela entre os dedos longos. “Abandone essa atitude. A partir de hoje, você fica em casa e se comporta. Esqueça assinar com qualquer estúdio e coloque a atuação em espera por enquanto.”
“Por que tanta pressa? O Sr. Nielsen o verá quando tiver vontade”, disse o mordomo, frio e desdenhoso.
“Estou aqui por Elise Floyd. Diga a ele para entregá-la”, disse Rex.
“Este não é o lugar para você dar um chilique”, respondeu o mordomo, claramente não impressionado.
“Sr. Jim, entregue a Elise!” Rex o ignorou e gritou diretamente para a casa.
“O que é essa gritaria?” Uma voz fria ecoou lá de dentro, e um homem alto surgiu no portal.
Rex viu que ele tinha saído de roupão. O quê, ele estava tentando ser insultuoso?
O roupão estava frouxo, com uma abertura no meio. No peito do Sr. Jim havia arranhões frescos — feitos pelas unhas de uma mulher.
O que ele tinha feito com Elise?
A ficha caiu para Rex de uma só vez. O roupão era uma declaração. Ele estava ostentando aquilo — esfregando na cara de Rex o fato de que ele e Elise tinham feito o imencionável.
“Onde está Elise? O que você fez com ela?” Rex o encarou fixamente, com a voz como gelo.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Pai Bilionário do Meu Filho
Hummm, hora de descobrir que o bebê é filha da Jéssica....
Esse Neil é realmente louco, mas um louco engraçado gostei desse personagem muito bom....
CriCriCri...estou sem palavras, o cara se matou por causa de uma louca que já se foi, que lealdade macabra....
Vixi coitado do Arthur, acho que eles vão acabar matando essa criança,essa mulher não conhece algo parecido como gravador de um celular ou caneta gravadora, falta mais emoção nesta história e astúcia também por parte da protagonista....
Aliás está mansão não tem câmeras, nunca vi isso 😕. Hoje em dia até casas mais simples tem câmeras....
Falei, se Charles não aparece essa mãe não é capaz de defender seu próprio filho,acho esse personagem fraco sem habilidades de defesas tanto físicas quanto moral. Está criança vai sofrer muito se não souber se defender sozinho do inimigo...
Vamos lá, quem casa quer casa, ela não é obrigada a compartilhar de sua vida de família de três com ninguém ,ainda mais com os seus inimigos jurados, então sim sair deste lugar seria estrategicamente uma opção muito melhor, não significa fugir da guerra mas planejar estratégias muito melhor e de quebra defender seu filho, que com essas cobras aí vai ser alvo fácil com certeza....
Se impor faz bem de vez em quando sabia....
O que rapaz , faça logo um escarcéu e pronto que que é isso eu em, ninguém pode separar os filhos de seus pais e quem é este velho para falar assim dela só porque tem dinheiro é isto mesmo? Hoje rico amanhã pobre....😡😡😡...
Garota esperta, é isso ai só espero que não se torne obcecada para destruir o casamento deste casal, lindo, que romântico esses dois....