Levaram Penelope para todos os exames necessários no hospital, além de um check-up de crescimento e desenvolvimento. Ela estava um pouco abaixo do peso, mas tudo o mais parecia bem.
O médico orientou que reforçassem a nutrição dela em casa, cuidassem bem da pequena e não permitissem que ela ficasse doente novamente.
Naquele momento, Jessica segurava Penelope no colo. Charles caminhava ao lado delas enquanto saíam do hospital, com a cuidadora logo atrás.
O carro estava estacionado na entrada. O motorista as avistou de longe, abriu a porta e ficou à espera.
Justo então, outro carro parou subitamente à frente do deles.
A Srta. Fiona desceu e imediatamente viu Jessica segurando Penelope, com Charles ao lado delas. Aquela cena calorosa, como uma pintura perfeita, apunhalou seus olhos e acendeu uma chama de ciúme ardente em seu peito.
Sua fúria ultrapassou a razão. Ela avançou direto contra Jessica sem pensar duas vezes.
A Sra. Winslow saiu um instante depois. Ao ver a Srta. Fiona avançar contra Jessica como uma louca, ela curvou os lábios em um sorriso de desdém frio.
Percebendo um vulto vindo em sua direção pelo canto do olho, Jessica esquivou-se por instinto.
Charles também viu a Srta. Fiona. Ele não teve tempo de se perguntar por que ela estava ali; moveu-se rapidamente para proteger Jessica e a criança.
Mas a Srta. Fiona foi rápida demais e estava focada como um laser. Ela foi direto para Penelope nos braços de Jessica.
“Eu sou a mãe da Penelope. Devolva-a para mim!” Mesmo que não tivesse tratado Penelope bem antes — tendo até abusado dela — o tempo que passaram juntas ainda havia forjado um tênue fio de ligação entre mãe e filha.
Ver Jessica ninando Penelope enquanto Charles as guardava com tanto zelo a deixou ainda mais amarga.
A Srta. Fiona deu um puxão violento. Jessica quase perdeu o equilíbrio, e Penelope por pouco não foi arrancada de seus braços.
Recuperando a compostura, Jessica apertou o aperto na criança. A Srta. Fiona, porém, não parava. Ela continuava puxando, rude e implacável, e acabou assustando ou machucando Penelope. A garotinha explodiu em prantos altos.
“Srta. Fiona, solte a Penelope!” Charles rosnou, com a voz gélida. A Srta. Fiona segurava a perna da criança, e ele não podia simplesmente arrancá-la dali sem o risco de causar uma lesão.
Mesmo os seguranças que se aproximaram correndo não ousaram fazer um movimento imprudente. Ninguém queria arriscar ferir a pequena senhorita.
Naquele momento, eram apenas Jessica e a Srta. Fiona presas em um cabo de guerra pela criança. Penelope berrava entre as duas, e seus gritos terríveis atraíam uma multidão.
“Srta. Fiona, solte-a. Você vai machucar a Penelope”, alertou Jessica, a raiva transparecendo — o aperto da Srta. Fiona era brutal, como se ela não se importasse se a criança sentia dor.
A Srta. Fiona não estava preparada para aquilo. Ela tropeçou direto para a rua — exatamente no momento em que um carro vinha em alta velocidade.
Ninguém teve tempo de reagir. Um grito escapou da garganta da Srta. Fiona e então — *bang* — um baque nauseante de metal atingindo carne.
A Srta. Fiona voou pelo ar e depois desabou no chão a uma curta distância.
Jessica pretendia apenas afastá-la. Jamais imaginou que isso aconteceria. Ela paralisou por vários segundos, só voltando a si quando a Sra. Winslow gritou o nome da Srta. Fiona e correu até lá.
“Srta. Fiona!” Até a Sra. Winslow entrou em pânico. Ela correu para o lado dela e a amparou. A Srta. Fiona ainda estava consciente, mas o sangue escorria por seu corpo e pelo canto da boca.
“Sra. Winslow…” A Srta. Fiona forçou as palavras, com os olhos fixos em Jessica e na criança não muito longe dali. Ela levantou uma mão e apontou na direção de Jessica. “Ela…”
A Sra. Winslow lançou um olhar furioso para Jessica, captando o que ela queria dizer. “Não se preocupe. Eu vou recuperar sua filha. E quanto àquela que te feriu? Eu não vou deixá-la escapar.”
Ela tinha feito grandes esforços para trazer a Srta. Fiona para fora — não para deixá-la morrer, mas para ajudá-la a retomar a criança e impedir que Jessica vivesse tranquilamente na Residência Hensley.
“Reggie, leve-a para dentro do hospital, agora!” Charles também não esperava por isso. Felizmente, estavam logo na porta do hospital.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Pai Bilionário do Meu Filho
Hummm, hora de descobrir que o bebê é filha da Jéssica....
Esse Neil é realmente louco, mas um louco engraçado gostei desse personagem muito bom....
CriCriCri...estou sem palavras, o cara se matou por causa de uma louca que já se foi, que lealdade macabra....
Vixi coitado do Arthur, acho que eles vão acabar matando essa criança,essa mulher não conhece algo parecido como gravador de um celular ou caneta gravadora, falta mais emoção nesta história e astúcia também por parte da protagonista....
Aliás está mansão não tem câmeras, nunca vi isso 😕. Hoje em dia até casas mais simples tem câmeras....
Falei, se Charles não aparece essa mãe não é capaz de defender seu próprio filho,acho esse personagem fraco sem habilidades de defesas tanto físicas quanto moral. Está criança vai sofrer muito se não souber se defender sozinho do inimigo...
Vamos lá, quem casa quer casa, ela não é obrigada a compartilhar de sua vida de família de três com ninguém ,ainda mais com os seus inimigos jurados, então sim sair deste lugar seria estrategicamente uma opção muito melhor, não significa fugir da guerra mas planejar estratégias muito melhor e de quebra defender seu filho, que com essas cobras aí vai ser alvo fácil com certeza....
Se impor faz bem de vez em quando sabia....
O que rapaz , faça logo um escarcéu e pronto que que é isso eu em, ninguém pode separar os filhos de seus pais e quem é este velho para falar assim dela só porque tem dinheiro é isto mesmo? Hoje rico amanhã pobre....😡😡😡...
Garota esperta, é isso ai só espero que não se torne obcecada para destruir o casamento deste casal, lindo, que romântico esses dois....