“Mandy, me traz uma cadeira de rodas”, ordenou Jessica.
Se não consigo andar, pelo menos posso me sentar.
Mandy Fleming, a empregada que cuidava de Jessica todos os dias, ia buscar a cadeira de rodas quando viu o homem bonito e frio entrar. Ela baixou a cabeça e disse suavemente: “Oi, Sr. Hensley.”
Charles assentiu e disse: “Não precisa da cadeira de rodas. Pode voltar ao trabalho.”
“Certo.” Mandy saiu imediatamente.
Jessica mal teve tempo de chamá-la de volta antes de olhar para Charles com um olhar gelado. “Você é apenas um convidado aqui. Não manda em todo mundo!” Até os funcionários da casa parecem seguir suas ordens sem questionar. O que está acontecendo?
Charles se colocou à frente dela. “Quer sair?”
“Não posso?”
Antes que pudesse dizer mais, a sombra alta dele pairou sobre ela e, de repente, ele a pegou no colo.
“Q-que está fazendo agora?” Seus olhos brilharam de cautela. Ele vai me arrastar para algum lugar para tentar resgatar minhas memórias de novo?
“Você não estava indo para o laboratório?”, perguntou Charles, carregando-a para fora.
Ela pausou, então percebeu o que ele queria dizer. Ele não queria que Mandy trouxesse a cadeira de rodas porque planejava carregá-la ele mesmo.
O carro dele estava esperando na porta.
Ele a carregou pelo pátio, ignorando os olhares curiosos dos outros membros da família Nielsen.
Desde que Oscar deu permissão para Charles se mudar, ninguém ousava questionar suas ações e todos o tratavam como parceiro de Jessica!
Ela não discutiu, mas sabia exatamente o que Oscar estava pensando.
Ela não tinha intenção de dar ao idoso o que ele queria. Nunca considerou se reconciliar com Charles.
Uma vez acomodada no carro, deu um leve sorriso irônico. “Você não vai se transformar no meu motorista particular, carregando-me por aí, vai?”
Charles olhou para ela calmamente, seus olhos profundos eram impossíveis de ler. Claro que ele sabia que ela só estava tentando irritá-lo.
“Agora sou seu pretendente. Essa é minha chance de cuidar de você. Até seu tornozelo cicatrizar, vou te levar e trazer do trabalho.”
O sorriso desapareceu dos lábios dela enquanto trocavam um breve olhar silencioso.
Esse cara é tão chato!
Enquanto observava ela se afastar emburrada, o canto da boca dele se contraía em um leve sorriso.
Quando chegaram ao laboratório, Charles pediu a Flint que preparasse uma cadeira de rodas para que ela pudesse se sentar enquanto trabalhava.
Jessica lançou-lhe um olhar complicado. Um homem adulto que podia ser tão meticuloso era quase assustador.
Honestamente, ela o conhecia bem o suficiente. Um homem assim era perigoso um momento de descuido, e ele poderia romper as barreiras em torno do seu coração.
“Pode ir trabalhar. Te busco quando terminar.”
Jim? Não é de se admirar que eu não o tenha visto ultimamente. O vovô o colocou no grande projeto sem me avisar.
“Lembra do cheiro da última vez?”
“Sim! Da última vez era doce, tipo perfume frutado. Desta vez cheira a flores.”
“Você tem bom faro”, ela brincou, cutucando o nariz dele.
“Mamãe disse que ao fazer perfume, você precisa cheirar os aromas primeiro. Eu lembro.”
“Como Arthur tem talento, você deveria levá-lo para fazer experimentos”, sugeriu Charles.
Jessica olhou para o garotinho, pensando um momento antes de perguntar: “Gosta de experimentos?”
“Sim! Mamãe, você disse que existe um aroma que acalma as pessoas e ajuda a dormir melhor, certo?”
Jessica assentiu. “Certo.”
“Então me ensina a fazer esse aroma para o papai. Ele sempre diz que não consegue dormir à noite.”
Jessica olhou para Charles.
Não consegue dormir? Ele tem insônia?
“Sr. Hensley, você está tendo problemas para dormir? Talvez não esteja acostumado a morar com os Nielsens. Por que não tenta morar em outro lugar?” Ela não achava que ele parecesse alguém com insônia.
A sobrancelha de Charles mal se moveu, e a voz manteve-se firme. “Não é algo que começou agora. Tem se acumulado nos últimos dois anos. Quando você não está aqui, não consigo dormir à noite.”

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Pai Bilionário do Meu Filho
Hummm, hora de descobrir que o bebê é filha da Jéssica....
Esse Neil é realmente louco, mas um louco engraçado gostei desse personagem muito bom....
CriCriCri...estou sem palavras, o cara se matou por causa de uma louca que já se foi, que lealdade macabra....
Vixi coitado do Arthur, acho que eles vão acabar matando essa criança,essa mulher não conhece algo parecido como gravador de um celular ou caneta gravadora, falta mais emoção nesta história e astúcia também por parte da protagonista....
Aliás está mansão não tem câmeras, nunca vi isso 😕. Hoje em dia até casas mais simples tem câmeras....
Falei, se Charles não aparece essa mãe não é capaz de defender seu próprio filho,acho esse personagem fraco sem habilidades de defesas tanto físicas quanto moral. Está criança vai sofrer muito se não souber se defender sozinho do inimigo...
Vamos lá, quem casa quer casa, ela não é obrigada a compartilhar de sua vida de família de três com ninguém ,ainda mais com os seus inimigos jurados, então sim sair deste lugar seria estrategicamente uma opção muito melhor, não significa fugir da guerra mas planejar estratégias muito melhor e de quebra defender seu filho, que com essas cobras aí vai ser alvo fácil com certeza....
Se impor faz bem de vez em quando sabia....
O que rapaz , faça logo um escarcéu e pronto que que é isso eu em, ninguém pode separar os filhos de seus pais e quem é este velho para falar assim dela só porque tem dinheiro é isto mesmo? Hoje rico amanhã pobre....😡😡😡...
Garota esperta, é isso ai só espero que não se torne obcecada para destruir o casamento deste casal, lindo, que romântico esses dois....