Jessica estava a caminho do resort novamente, como de costume. Mas no meio do trajeto, o carro dela simplesmente quebrou.
Para piorar, o tempo estava péssimo, e agora começava a chover de novo.
Ela saiu do carro com um guarda-chuva. Não havia nenhuma oficina por perto, então não teve outra opção a não ser chamar um guincho.
Enquanto tentava ligar, um Maybach preto parou ao seu lado. O coração dela apertou, imediatamente ela reconheceu de quem era o carro.
Momentos depois, o carro elegante parou na sua frente. A janela desceu, revelando o homem incrivelmente bonito dentro. Seus olhos estreitos e afiados a observaram com um meio sorriso.
“Problemas com o carro?” Charles percebeu logo a situação.
“Sim, quebrou”, ela respondeu, sem jeito.
Ela estava sob o guarda-chuva, com chuva e vento batendo no rosto e nas roupas. As sobrancelhas de Charles se franziram um pouco. Sem dar chance para ela recusar, disse: “Entre.”
A porta do carro se abriu. Ela olhou para ele, não era hora para teimosia. Entrou obediente.
Mãos e pés gelados, roupas molhadas, ela estava preocupada de sujar o carro de luxo dele.
“Seu rosto está molhado, aqui.” Ele lhe entregou um lenço limpo.
Ela hesitou antes de aceitar. “Obrigada.”
Quando terminou de limpar o rosto, um casaco foi jogado sobre seus ombros. A voz dele, quente e baixa, falou perto do seu ouvido: “Não pegue um resfriado.”
O casaco ainda trazia o calor do corpo dele, aquecendo-a instantaneamente. Por algum motivo, parecia também aquecer seu coração.
“Para onde vai? Eu te levo”, perguntou Charles.
Ela se recuperou e acenou rápido com as mãos. “Não precisa. Vou para longe. Me deixa na empresa que eu dirijo daí.” Havia um carro reserva no escritório dela.
“Vai para o resort?”, ele adivinhou antes que ela falasse.
Jessica não negou. “Sim.”
“Perfeito. Eu também preciso ir para lá. Vou te levar é no caminho.” Ele então deu ordem para o motorista seguir.
O motorista ficou confuso, lembrava bem que Charles havia dito que voltariam para o escritório. Como isso era “no caminho”? Mesmo assim, mudou a rota sem questionar.
Jessica olhou para Charles desconfiada. Quais as chances?
Mas já que o carro estava andando, preferiu não insistir.
Na estrada da montanha, Jessica percebeu que as chuvas fortes recentes tinham causado vários deslizamentos na região.
Eles seguiram um tempo até que o motorista viu um deslizamento à frente. A estrada estava bloqueada, impossível passar.
Jessica pensava: talvez, se tirassem algumas pedras da estrada, poderiam passar?
De repente, um estrondo assustador ecoou. Não longe, o motorista gritou em pânico: “Sr. Hensley! Sra. Scott! Corra deslizamento!”
Jessica virou a cabeça a tempo de ver pedras caindo da montanha. Pupilas dilatadas, ela ficou paralisada, apesar do cérebro mandar correr.
Charles puxou seu pulso e disparou. “O que está fazendo? Corre!”
Voltando ao mundo, ela correu com ele. Foram rápidos, mas não o suficiente pedras continuaram caindo. Felizmente, não muito grandes.
Mas adiante, mais pedras começaram a cair. O instinto dela foi empurrá-lo para longe. “Vai, agora!”
Charles segurou seu pulso com força. Ela não conseguiu se soltar os dois caíram no chão. Uma pedra enorme estava prestes a cair sobre eles.
No último segundo, ele a puxou para o peito e rolou montanha abaixo, direto para um rio furioso!
“Sr. Hensley! Sra. Scott!”, o motorista gritava aterrorizado, assistindo impotente enquanto o rio os levava.
Mesmo caindo na água, Jessica e Charles não soltaram as mãos. A correnteza tentava arrancá-los várias vezes, mas ele usava toda a força para segurá-la.
“Charles solta! Me solta.” Jessica tossiu água, quase sem forças para falar.
“Cala a boca!” Ele gritou, com os dentes cerrados, sem intenção de afrouxar o aperto.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Pai Bilionário do Meu Filho
Hummm, hora de descobrir que o bebê é filha da Jéssica....
Esse Neil é realmente louco, mas um louco engraçado gostei desse personagem muito bom....
CriCriCri...estou sem palavras, o cara se matou por causa de uma louca que já se foi, que lealdade macabra....
Vixi coitado do Arthur, acho que eles vão acabar matando essa criança,essa mulher não conhece algo parecido como gravador de um celular ou caneta gravadora, falta mais emoção nesta história e astúcia também por parte da protagonista....
Aliás está mansão não tem câmeras, nunca vi isso 😕. Hoje em dia até casas mais simples tem câmeras....
Falei, se Charles não aparece essa mãe não é capaz de defender seu próprio filho,acho esse personagem fraco sem habilidades de defesas tanto físicas quanto moral. Está criança vai sofrer muito se não souber se defender sozinho do inimigo...
Vamos lá, quem casa quer casa, ela não é obrigada a compartilhar de sua vida de família de três com ninguém ,ainda mais com os seus inimigos jurados, então sim sair deste lugar seria estrategicamente uma opção muito melhor, não significa fugir da guerra mas planejar estratégias muito melhor e de quebra defender seu filho, que com essas cobras aí vai ser alvo fácil com certeza....
Se impor faz bem de vez em quando sabia....
O que rapaz , faça logo um escarcéu e pronto que que é isso eu em, ninguém pode separar os filhos de seus pais e quem é este velho para falar assim dela só porque tem dinheiro é isto mesmo? Hoje rico amanhã pobre....😡😡😡...
Garota esperta, é isso ai só espero que não se torne obcecada para destruir o casamento deste casal, lindo, que romântico esses dois....