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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1218

Tyler disse: "Um lugar para comer."

"Hã? Aquele senhor arrogante quer mesmo jantar conosco?" Penelope ainda não engolia aquela gentileza repentina. Ela soltou: "Ele não vai envenenar a comida, vai?"

"Podemos simplesmente não comer", disse Tyler.

"Isso mesmo — nada vindo dele!"

Depois que os dois pequenos concordaram, saíram do carro. Albus caminhava à frente; as crianças o seguiam logo atrás.

"Sr. Tyler, seja bem-vindo." O chef particular saiu para cumprimentá-los. "Sua sala privativa está pronta. Os pratos desta noite foram preparados exclusivamente para o senhor."

Albus havia reservado o local inteiro. Esta noite, a cozinha estava cozinhando apenas para a família deles.

"Sim." Ele deu uma resposta curta, então seguiu o proprietário para dentro com as crianças.

A sala era ampla e arejada, com um design em estilo clássico vintage. Dos assentos à janela, era possível ver um lago de lótus lá fora.

Uma grande mesa redonda estava posicionada junto à janela do chão ao teto, para que pudessem comer enquanto apreciavam a vista.

A paisagem cativou Penelope. Ela não pôde evitar lançar alguns olhares furtivos para o tio malvado. Por que trazê-los a um lugar tão bonito?

Ele devia estar tramando algo.

Albus sentou-se à mesa redonda e acenou para que as duas crianças se sentassem também.

"Sentem-se. Peçam o que quiserem." Ele pegou o tablet ao lado. Era possível fazer os pedidos diretamente por ele.

Penelope escorregou para o assento ao lado de Tyler, do lado oposto a Albus. Nenhum deles queria sentar perto dele.

Ela continuava insistindo que não tocaria em um bocado sequer oferecido por Albus. Mas quando o tablet mostrou prato após prato — deslumbrantes e de dar água na boca — ela não conseguiu evitar engolir em seco.

Tyler olhou para ela. "Se você quiser algo, vá em frente e peça."

"Hum-hum..." Ela assentiu sem pensar, mas logo balançou a cabeça rapidamente. "Não. Não posso. A comida do tio malvado está envenenada."

Ela baixou a voz, mas Albus ainda assim ouviu.

Ele soltou uma risada. "Não sou eu quem está cozinhando, e eu não diria a ninguém para envenenar a comida. Não sou cruel a ponto de envenenar meu próprio filho."

"Mesmo assim, não vamos comer nada seu. Sabemos qual é o seu plano. Você quer nos comprar." Uma refeição não iria convencê-los.

Eles podiam ser crianças, mas não eram fáceis de subornar.

A verdade era que Albus não tinha nenhum plano obscuro para eles. Ele honestamente apenas queria jantar.

Mas...

"Não precisa entrar em pânico. É apenas um jantar", disse Albus, nem um pouco surpreso por ela pintá-lo como o mal encarnado.

"Mamãe! Não venha! Ele já envenenou a comida! Ele vai te matar!" Penelope de repente correu e gritou.

Kendra ouviu a filha e cada nervo de seu corpo se retesou. "Albus, você envenenou a comida?"

Albus franziu a testa para a garotinha. Por que essa criança era tão petulante?

"Não dê ouvidos às bobagens de uma criança. Eu não faria uma jogada tão baixa quanto um envenenamento." Com isso, ele encerrou a chamada.

"Albus, você—" Kendra tentou dizer algo mais, mas tudo o que ouviu foi o silêncio da linha cortada.

Droga!

Quando se tratava de ser implacável, ninguém o vencia.

Então, se Penelope disse que ele havia envenenado a comida, ela imaginou que fosse possível.

"Mais rápido!" Ela estava verdadeiramente apavorada por Penelope.

Vendo-o desligar, Penelope ficou na ponta dos pés e tentou alcançar o telefone dele. Ela tinha que ligar para a mamãe e dizer para ela não vir.

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