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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1188

Mas Neil era esperto demais. Ele não acreditava que a mulher que disputava a corrida contra ele agora pouco fosse ela, caso contrário, não teria levado Penelope à força.

“Jessie, me desculpe...” Ruby deixou escapar.

Kendra ergueu a mão para interrompê-la. “Não é necessário. Eu vi o que aconteceu.”

Ela não esperava que Neil fosse tão desavergonhado — sequestrar Penelope?

Ele estava desesperado, tentando forçá-la a aparecer.

“Jessie, o que fazemos agora? Quer que eu chame algumas pessoas, invada o lugar dele e traga Penelope de volta?” Ruby perguntou.

Kendra balançou a cabeça. “Você não precisa se envolver. Eu cuidarei disso. Trarei Penelope para casa.”

Ruby ainda parecia preocupada. “O que ele vai fazer com ela, levando-a desse jeito?”

“Ele não fará nada.” Kendra sabia que ele queria usar Penelope para pressioná-la, por isso não machucaria a menina.

Ruby a estudou por um momento. “Por que sinto que você o conhece muito bem?”

Kendra respondeu prontamente. “Somos rivais de negócios. É normal conhecer o seu oponente.”

Ruby refletiu e assentiu. “Verdade. E agora você sabe o quão baixo ele é capaz de descer.”

Os olhos de Kendra escureceram. Neil, apenas espere.

...

Neil carregou Penelope debaixo do braço como um bruto e a arrastou de volta para sua casa.

O caminho todo, Penelope gritou a plenos pulmões: “Homem mau, homem mau... Me solte!”

Neil detestava barulho. Com aquela pequena pestinha berrando em seu ouvido, sua cabeça estava prestes a explodir.

Ele jogou Penelope no sofá e lançou um olhar severo para assustá-la. “Cale a boca, ou vou te jogar lá fora para servir de comida aos cães!”

Penelope sentou-se, de braços cruzados, encarando-o de volta. “Eu sei que você nem tem um cachorro aqui!”

Neil: “....”

Ele manteve o rosto gélido e disparou para Bryan, o mordomo: “Vá comprar um cachorro. Agora mesmo. O maior que encontrar.”

Bryan não ousou desobedecer e virou-se para sair, mas o pequeno Tyler desceu as escadas. “Não faça isso.”

“Sr. Tyler...” Bryan parou, dividido entre as ordens.

“Pai, você sabe que eu não gosto de cachorros”, disse o pequeno Tyler.

“Não é um juramento. Ele reconheceu a minha mamãe como a mamãe dele. Agora compartilhamos a mesma mamãe, então somos irmãos.”

As pupilas de Neil se contraíram.

Ele se voltou para o filho, a voz plana como pedra. “Você reconheceu a mãe dela como sua mãe?”

O pequeno Tyler viu aquele rosto inexpressivo. Como filho dele, ele sabia — quando o pai parecia calmo como um lago estático, uma tempestade estava a caminho.

Mas ele não estava com medo.

Ele ergueu o queixo. “Sim. Eu reconheci. De agora em diante, a mamãe dela é a minha mamãe. A pessoa a quem devo minha lealdade e dever é ela.”

“Você—” A mão de Neil subiu rapidamente, pronta para dar um tapa. Ele estava realmente furioso desta vez.

Se Bryan não tivesse segurado seu braço no último segundo, aquele tapa teria atingido o rosto do menino.

“Senhor, o Sr. Tyler ainda é uma criança. Ele não entende. Por favor, não bata nele.”

Neil desvencilhou-se de Bryan e soltou um bufo gelado. “Ele tem quatro anos. Idade suficiente para decidir que outra pessoa é sua mãe. Como isso é ‘ainda uma criança’?”

Naquele momento, ele apenas suspeitava da identidade da mãe de Penelope. Ele não podia ter certeza de que aquela mulher era Kendra, então, para ele, a mãe de Penelope era apenas uma estranha envolta em mistério.

“Você já tem uma mãe. Quem disse que você podia escolher outra?” Ele encerrou o assunto de forma implacável.

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