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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1186

Um pensamento sombrio a atingiu — droga. Albus deve tê-la visto.

Ao notar que o carro atrás ganhava terreno rapidamente, ela não pisou no freio. Varreu a estrada com os olhos, girou o volante com força e disparou na direção oposta, acelerando ao máximo.

A manobra brusca de retorno desestabilizou o perseguidor por um instante, mas o carro de trás manobrou com agilidade e continuou o encalço.

O rosto de Kendra se contraiu. Não havia dúvidas — quem estava naquele carro era Albus.

Ela pisou fundo e discou um número. “Azhi, estou sendo seguida. Mande reforços.”

Desligou, cortou caminho por outra rota e manteve a velocidade elevada.

De jeito nenhum deixaria Albus pegá-la agora. Ela não queria vê-lo.

“Mamãe, um cara mau está nos perseguindo?” Penelope não conteve a curiosidade e olhou para trás, avistando o contorno de um veículo.

“Segure-se firme. Vou acelerar mais.”

“Mamãe, você vai apostar corrida?” Penelope não estava com medo — pelo contrário, estava radiante.

Os lábios de Kendra se curvaram em um sorriso, entre o desamparo e o divertimento. “Sim — uma corrida.” Se Albus queria caçar, ela jogaria o jogo.

Albus ordenava repetidamente que seu motorista acelerasse tudo o que podia, mas toda vez que estavam prestes a se aproximar, o outro carro manobrava bruscamente ou ganhava fôlego, chegando a roçar o limite da pista.

Ele percebeu — ela estava brincando com ele.

Ordenou que o motorista parasse, expulsou-o do veículo e assumiu ele mesmo o volante para continuar a perseguição.

Fosse aquela mulher Kendra ou não, ele veria o rosto dela hoje.

Contudo, a mulher dirigia como uma profissional. Até ele foi despistado duas ou três vezes.

Ele começou a duvidar — será que Kendra realmente possuía tamanha habilidade?

Então, percebeu que ela o havia arrastado para uma parte degradada da cidade, onde as ruas eram estreitas como o inferno.

Ainda assim, sua condução não era nada má. Ele se manteve próximo, quase a alcançando em diversos momentos.

Mais à frente, a seta direita dela piscou. Ele não pretendia virar — de forma alguma acreditava que ela lhe daria uma pista real.

Acontece que ela realmente girou o carro. Ele estava rápido demais e passou direto pela entrada.

Albus praguejou baixinho, girou o volante para retomar a caça — quando duas vans surgiram subitamente de uma rua lateral e avançaram de frente contra ele.

Suas pupilas se contraíram violentamente. Ele pisou no freio com tudo. Mesmo com reflexos rápidos, não pôde evitar — o impacto foi inevitável.

Ouviu-se um estrondo estrondoso. Ambos os capôs se amassaram, com o metal rangendo em agonia.

O airbag atingiu seu peito. Ele não estava ferido, mas a perseguição terminara. Ele só pôde observar o carro dela deslizar para longe e desaparecer.

Seu carro parou diante da porta exatamente no momento em que outro veículo encostava — o mesmo que ele falhara em capturar.

Ele soltou uma risada gélida. Desta vez, vamos ver como ela escapa.

O carro dirigiu-se diretamente para eles. Sem retornos. Ele estreitou o olhar fixo no assento do motorista.

“Se ela tentar fugir, batam nela”, ele rosnou para seus homens.

Ele preferiria morrer a deixá-la escapar novamente.

Seu subordinado estremeceu e agarrou o volante, pronto para colidir sob comando.

Para a surpresa de Albus, ela não fugiu. Parou bem na frente deles.

O motor parou. Ele empurrou a porta e caminhou decididamente até o carro dela, com os olhos cravados em quem dirigia.

Kendra, é você?

Quanto mais se aproximava, mais rápida ficava sua respiração. Até sua mão tremia.

Ele alcançou a porta do motorista e esticou o braço para a maçaneta — mas a pessoa lá dentro a empurrou primeiro.

Seus nervos se retesaram, olhos afiados como os de um falcão. Ele estava prestes a pronunciar o nome da mulher que o deixara por anos, fria como gelo. Exceto que—

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