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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1141

— Que sujeito descarado. — Os olhos do Sr. Nielsen se estreitaram, gélidos e afiados. Ele não esperava que o Sr. Tyler descesse a um nível tão baixo.

— Sr. Nielsen, quer que eu pegue alguns rapazes e dê uma lição nele? Para ele aprender a se comportar? — Clay já estava farto do Sr. Tyler — como ele ousava tentar roubar a mulher do Chefe!

— Você acha que o Sr. Tyler é alguém que se conserta com uma surra? — O Sr. Nielsen lançou-lhe um olhar de soslaio.

— Bem... — Clay refletiu. — Se não usarmos a força, o senhor acha que ele ouvirá a razão?

Se o Sr. Tyler fosse do tipo razoável, não estaria fazendo algo tão sujo.

— Se ele não ouvir, então... eu o encontrarei. — Um brilho de sarcasmo gélido passou pelos olhos do Sr. Nielsen. A Srta. Elise já era sua esposa. Que ondas o Sr. Tyler ainda pretendia provocar?

— O senhor vai vê-lo? — Clay ficou atônito. Um sujeito daqueles merecia uma boa tunda. Se ainda não se comportasse, que batessem até que ele aprendesse.

O Sr. Nielsen levantou-se da cadeira de couro, pegou seu paletó e saiu, dizendo a Clay enquanto caminhava: — Organize tudo. Eu quero vê-lo.

Clay hesitou. Estaria o Sr. Nielsen planejando alertar o Sr. Tyler pessoalmente?

...

O Sr. Tyler não sentia vergonha alguma. O Sr. Nielsen pediu um encontro, então ele apareceu.

Em um reservado da cafeteria, o Sr. Nielsen já o aguardava.

O Sr. Tyler entrou e o viu recostado ali, com um braço estendido sobre o encosto do sofá e as pernas longas cruzadas — preguiçoso, totalmente à vontade.

A expressão do Sr. Tyler esfriou. Ele deu um passo à frente. — Tem tempo para me pagar um café, Sr. Nielsen?

O Sr. Nielsen lançou-lhe um olhar frio, com a voz casual. — Tenho estado bastante ocupado ultimamente. Mas, em prol da paz da minha família, algumas coisas precisam ser ditas face a face.

Os lábios do Sr. Tyler curvaram-se em um desdém. — Então quer dizer que agora eu sou uma ameaça à paz da sua família?

O Sr. Nielsen tomou um gole de café, pousou a xícara e finalmente o encarou nos olhos. Ele soltou um bufo nasal. — Não se sinta tão importante.

O olhar do Sr. Tyler endureceu. Ele zombou: — Se eu não sou uma ameaça, por que se encontrar comigo?

Sua obsessão era profunda. Convencê-lo a parar seria difícil.

O Sr. Nielsen não desperdiçaria mais saliva. — Se você quer esperar pelo nosso divórcio, então espere. — Ele se levantou, olhando o Sr. Tyler de cima para baixo. — A cada aniversário, eu lhe enviarei um convite. Você não precisa aparecer. — Apenas para deixar claro: eles não iriam romper, e o laço só se fortaleceria.

— E não se dê ao trabalho de pagar pessoas para espalhar boatos novamente. Eu sou o patriarca da família Nielsen agora. Não importa o que os anciãos pensem dela, eles seguirão o meu exemplo. — Ele poderia protegê-la até o fim.

Vendo-o prestes a partir, o Sr. Tyler cerrou o punho e disparou: — Ela não nasceu para esse mundo. Você vai custar a liberdade dela!

Ele se lembrava da Srta. Elise dizendo que odiava sentir-se encurralada. Aquela vida sofisticada de esposa da alta sociedade não era o que ela desejava.

O Sr. Nielsen virou a cabeça, com o olhar gélido. — Por que você acha que ela perderá a liberdade? Ela se casou comigo, não com a "alta sociedade". A pessoa com quem ela vive sou eu. Você ainda não entendeu isso?

Não havia sentido em discutir mais. Ele sabia muito bem que, se a Srta. Elise não o amasse, não teria se casado com ele — muito menos permanecido ao seu lado por um ano enquanto ele estava em coma.

Portanto, o casamento deles era sólido. Legítimo.

O Sr. Tyler finalmente se calou, observando friamente enquanto o Sr. Nielsen se afastava.

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