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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1139

Ela fez uma pausa e então perguntou: — Se eu tivesse me machucado salvando outro homem, você ficaria feliz?

— Não se atreva. — A voz dele soou fria e cortante no instante em que as palavras dela tocaram o ar.

Ele a puxou para perto, descansando o queixo em seu ombro. — Eu entendo. Isso não vai acontecer de novo. — Além dela, ele não se arriscaria por mulher nenhuma.

Isso trouxe um grande alívio ao coração dela.

Como ele era quem estava ferido, ela o ajudou no banho.

Quando saíram, a pele dele parecia quente demais.

Kendra o fez sentar no sofá e encostou a testa na dele, testando a temperatura. — Você está queimando em febre.

— Provavelmente é só por causa do banho — disse Albus. Suas têmporas latejavam, mas ele não admitiria que seu corpo estava tão debilitado.

— Vou medir sua temperatura de qualquer maneira. — Ela encontrou o kit de primeiros socorros e pegou o termômetro infravermelho.

Um bipe suave soou, e o número brilhou no visor.

— 39 graus. Você está com febre. — O que ela mais temia aconteceu. — Precisamos chamar um médico.

Albus não queria o incômodo. — Tem remédio para febre aqui. Eu tomo esses. Nada de médico.

— Por que você age como uma criança que odeia médicos? Quando se está doente, a gente consulta um. — Kendra assumiu o controle e ligou para o médico subir.

Albus suspirou baixo. Ela podia ser mandona, mas não era uma sensação ruim.

O médico chegou rápido. Após examiná-lo, disse: — O ferimento desencadeou um resfriado e, como o senhor se resfriou, a febre veio rápido. Vou prescrever a medicação. Tome nos horários certinhos por três dias e ficará bem.

Albus franziu o cenho profundamente. — Uma vez é o suficiente. Nada de três dias. — Ele nunca tomara remédio para resfriado por tanto tempo.

— Senhor… três dias seria o ideal — sugeriu o médico gentilmente.

O rosto dele permaneceu severo. — Eu disse uma vez.

O médico estava prestes a ceder quando Kendra interveio: — Não dê ouvidos a ele. Prescreva para os três dias, como disse. Eu vou garantir que ele tome tudo na hora certa.

Albus olhou para ela, claramente detestando a ideia de tomar remédios por tanto tempo, mas permaneceu em silêncio.

Ao vê-lo calar-se, o médico compreendeu tudo. Era um homem dominado; ele ouvia a esposa.

O médico escondeu um sorriso e escreveu a receita para três dias.

Assim que os medicamentos foram organizados, o médico sabiamente se retirou.

Kendra apressou-se a servir um copo de água morna e o entregou a Albus. — Vamos, seja bonzinho e tome seus remédios.

— Eu não preciso disso por tantos dias — resmungou ele, amuado.

Ele franziu a testa. — Eu não os odeio. Só não preciso de tantos. Eu sou forte. Um resfriadinho não é nada.

Ele precisava deixar isso claro. De jeito nenhum permitiria que ela zombasse dele por isso.

Kendra o olhou de cima a baixo. Com certeza, ele tinha o porte de um guerreiro — mas isso não era motivo para pular a medicação.

— Tome-os e durma. Se estiver melhor amanhã, não precisará tomar tantos.

— Durma comigo. — Ele segurou a mão dela, com aqueles profundos olhos azuis fixos nela.

— E quando é que eu não durmo? — Ela riu baixinho. Doente, ele ficava ainda mais infantil do que o habitual.

Kendra deitou-se ao lado dele. Ele continuou segurando a mão dela, como se estivesse carente de uma sensação de segurança.

Ela o observava, piscando lentamente. Ele era tão forte — como poderia lhe faltar segurança?

Sempre fora ela quem se sentia insegura. Se ele não tivesse sido seu porto seguro, ela não teria chegado tão longe.

Albus, medicado e ferido, mergulhou em um sono pesado e suou bastante.

Kendra não conseguia dormir. Ela continuava enxugando o suor dele.

Enquanto ela passava a toalha na testa dele, ele deve ter mergulhado em um sonho. De repente, ele apertou o pulso dela, com urgência. — Não me deixe…

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