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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1114

Jim estava prestes a dizer algo quando o telefone sobre a mesa começou a tocar.

Elise lançou um olhar para a tela: Sr. Tyler. Ele havia saído furioso mais cedo. Teria ele finalmente esfriado a cabeça?

“Vou atender esta chamada.”

Jim também viu a identificação de quem ligava. Ele sabia que o Sr. Tyler havia partido sem se encontrar com ela hoje.

Ele pensou que o Sr. Tyler tivesse desistido. Em vez disso, ele estava importunando o telefone dela tarde da noite.

Elise atendeu rapidamente. “Alô? Sim, eu sou— o quê?”

Jim observou a expressão dela mudar. Suas sobrancelhas se contraíram intensamente. Ele não tinha ideia do que o Sr. Tyler havia feito.

Ela encerrou a ligação e disse: “O Sr. Tyler ficou bêbado em um bar. Ele quase destruiu o lugar e feriu pessoas. Preciso ir resolver isso. Tome um banho e descanse. Não espere por mim.”

Ela se dirigiu à porta, mas Jim segurou sua mão. “Está tarde. Você vai a um bar sozinha? De jeito nenhum. Não concordo com isso.”

“Eu consigo lidar com isso.”

“Não. Vou pedir para Clay ir com você.” Ele não a deixaria ir sozinha — especialmente por causa do Sr. Tyler.

Elise ponderou e assentiu. “Tudo bem.”

Ela se virou para sair, mas inclinou-se para trás e beijou a testa dele. “Voltarei o mais rápido possível.”

Jim a observou partir, o calor do beijo ainda permanecendo em sua pele. De repente, sentiu vontade de prendê-la em casa e proibi-la de lidar com o Sr. Tyler para sempre.

Elise e Clay chegaram ao bar — e paralisaram.

O lugar era um desastre. Cacos de vidro e garrafas quebradas cobriam o chão. Mesas e cadeiras estavam viradas e tortas, uma bagunça que ninguém gostaria de ver.

A maioria dos clientes já havia ido embora. Apenas dois homens que o Sr. Tyler havia agredido estavam sentados a um canto, esperando que alguém lhes desse uma resposta.

Se os funcionários não os tivessem segurado, aqueles dois teriam avançado e espancado o Sr. Tyler — embora seus rostos já estivessem marcados por hematomas.

Elise avistou o Sr. Tyler estirado no chão. Vários garçons vigiavam, com medo de que ele tivesse outro surto.

Ela começou a caminhar em direção a ele, mas Clay puxou seu braço. “Cuidado. Há vidro por toda parte.”

“Eu sei.” Ela escolheu o caminho entre os estilhaços e finalmente o alcançou.

“O que está acontecendo com ele?”, perguntou ela aos funcionários.

O gerente do bar, com a voz ríspida e irritada, disse: “Você veio para limpar a bagunça dele?”

“Você… Elise?” Ele ainda a reconhecia.

“Sim, sou eu. Não faça cena. Venha comigo.” Ela estendeu a mão para levantá-lo.

Do nada, ele se levantou cambaleante e a esmagou em um abraço, prendendo-a contra o peito. “Elise, você não me deixou, certo? Você ainda se importa comigo, não é? Você não vai se casar com o Jim, vai?”

Elise estava presa, com o fôlego curto. Ela não conseguia se libertar.

“Solte primeiro.”

“Não. Não vou te soltar. Você é minha! O Jim é um vegetal — ele não vai acordar. Não espere por ele. Só eu posso te fazer feliz. Case-se comigo, ok?”

“Sr. Tyler…” Elise lutou com todas as suas forças, mas o aperto dele não cedeu.

Clay já tinha visto o suficiente. Ele deu um passo à frente. “Solte-a. Ouviu bem?”

O Sr. Tyler virou a cabeça. Em seu delírio alcoólico, o rosto de Clay transformou-se no de Jim. Ele bradou: “Jim? Você não estava preso no hospital? Quando foi que você acordou?”

“Solte-a”, disse Clay, sem desperdiçar palavras com um bêbado.

Para o Sr. Tyler, ele era o Jim. Ele zombou: “E daí que você acordou? A Elise é minha. Ela não vai se casar com você. Desista.”

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