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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1093

“Nossa filha disse que você me convidou para jantar?”, perguntou o homem, indo direto ao ponto, com sua voz profunda e tingida por um leve sorriso.

“Sim. Já que você está ocupado, conversaremos quando você voltar. Quantos dias ficará fora?”, ela perguntou.

“Pergunte à Jessie. Acabei de dizer a ela”, ele respondeu, esquivando-se da pergunta.

Rhea franziu a testa e deixou escapar: “Volte logo”. Ela só queria resolver aquelas questões rapidamente.

Uma risada baixa e provocante ecoou pelo telefone. “Não consegue suportar a minha partida?”

Mesmo através do telefone, Rhea sentiu um lampejo de constrangimento. Ela controlou o tom de voz. “Não pense demais. Fique em segurança.” Em seguida, desligou imediatamente.

Após encerrar a chamada, Rhea respirou fundo. Nem ela mesma sabia por que havia ficado tão tensa do nada. Era apenas uma ligação comum.

Ou talvez ela estivesse ansiosa demais para desvendar aquele segredo?

“Mamãe, o que houve?”, perguntou Jessie ao vê-la segurando o telefone em silêncio.

Ela voltou a si, olhou para a filha e balançou a cabeça. “Nada. Quantos dias seu pai disse que ficaria fora?”

“Ah, ele disse três ou quatro. Você não quer que ele vá? Não quer que ele parta?”, Jessie piscou seus grandes olhos escuros para ela.

O olhar de Rhea vacilou, mas ela não conseguiu desviar do escrutínio da filha. “Não. Eu só tenho algumas coisas sobre as quais quero conversar com ele.”

“Sério? Achei que você não pudesse suportar vê-lo partir. Se for esse o caso, posso ligar para o papai e dizer para ele se apressar.”

“Não é necessário. Deixe-o trabalhar.”

“Mamãe, você ainda se importa com o papai, certo?”, Jessie perguntou com um sorrisinho astuto.

Rhea percebeu a pitada de travessura no sorriso da filha. Ela afagou sua cabeça. “Ele não poderá vir. Vou cozinhar algo especial para você esta noite.” Ela nunca respondeu à pergunta.

Talvez tenha sido por causa daquela ligação antes da viagem, mas Hugh resolveu tudo em tempo recorde e retornou dois dias depois.

O avião pousou em segurança. Ele saiu pela saída privativa vestindo um paletó preto e óculos escuros — exausto da viagem, porém alto e imponente como sempre.

Um subordinado aproximou-se apressadamente para encontrá-lo. “Sr. Hensley, o carro está esperando lá fora.”

“Hum”, ele assentiu, sem diminuir o ritmo de suas passadas longas.

Ela avançava contra elas — mordendo, unhando, socando e chutando. Muitas enfermeiras tinham arranhões e hematomas nas mãos e nos rostos.

Podia-se imaginar o quão feroz ela estava sendo. Mesmo uma multidão tinha dificuldade em contê-la.

O diretor olhou para o rosto de Hugh, estremecendo. “Sr. Hensley, o senhor pode ver. A sua Sra. Hensley continua com isso. É difícil tratá-la.”

Eles tinham muitas maneiras de lidar com pacientes psiquiátricos, mas Mavis tinha um status especial. Se algo desse errado e Hugh os culpasse, eles estariam arruinados.

Hugh lançou ao diretor um olhar frio que dizia: *Você não consegue lidar com uma única mulher? E chama isso de hospital?*

Ele estava com pressa, porém — não fazia sentido gastar saliva. Ele lançou um olhar para Clay.

Clay assentiu e deu um passo à frente. “Srta. Mavis, o Sr. Hensley está aqui.”

Quase derrubada no chão pela luta, Mavis congelou no instante em que o ouviu. Ela ergueu a cabeça bruscamente.

Não muito longe dali, estava um homem alto — era Hugh, aquele que ela estivera gritando para ver.

Seu coração disparou. Ela tentou correr até ele, mas as enfermeiras a seguraram firmemente.

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