Como sempre, Penelope saiu da escola assim que as aulas terminaram.
Ela ficou esperando Mommy no portão. De repente, alguém se aproximou.
— Penelope, venha aqui — chamou a Sra. Winslow, acenando para ela.
Penelope a conhecia. Era estranho vê-la na escola, mas, ainda assim, ela caminhou em direção à mulher.
— A senhora precisa de algo? — perguntou a menina.
A Sra. Winslow abriu um sorriso. — Você sabia que seu pai não vai para casa há muito tempo? Ele tem ficado direto no escritório.
Penelope balançou a cabeça negativamente. — Eu não sabia. Tenho morado com Mommy ultimamente.
— A Srta. Matilda era boa para você antes? — questionou a Sra. Winslow.
Penelope assentiu. — Sim. A Srta. Matilda sempre me tratou bem.
— Então você não deveria ajudá-la? — a Sra. Winslow foi direto ao ponto.
Penelope franziu a testa, confusa. — Como posso ajudá-la?
— É fácil. Venha comigo agora, depois ligue para o seu pai e peça para ele voltar para casa.
As sobrancelhas de Penelope se juntaram. Então eles queriam usá-la para forçar o papai a voltar?
Diante do silêncio dela, a Sra. Winslow ficou impaciente. — O quê? Você não quer? Acabou de dizer que a Srta. Matilda a trata bem, e agora não quer fazer nem um pequeno favor por ela?
— Não é que eu não queira, é que... — Penelope era uma criança gentil. Ela viveu na casa do pai por três anos, e a Srta. Matilda realmente tinha sido boa para ela. Pensou por um segundo e disse: — Vou ligar para Mommy e dizer para ela não vir me buscar.
Um brilho gélido passou pelos olhos da Sra. Winslow. — Não precisa. Eu já falei com ela. Ela concordou que você pode ir para a casa do seu pai.
— Mommy concordou? — Penelope ficou surpresa, mas antes que pudesse processar a informação, a Sra. Winslow já a estava apressando para entrar no carro.
— Sim, sim, vamos — disse a Sra. Winslow, agindo de forma insistente enquanto a empurrava para dentro do veículo.
O estômago de Penelope se contraiu. — Vovó, por que a senhora está com tanta pressa?
— Não é nada. Vamos logo — disse a Sra. Winslow, recompondo a expressão e ordenando que o motorista partisse.
Depois de um tempo na estrada, Penelope percebeu que algo estava errado. — Vovó, este não é o caminho para a casa do meu pai. Aonde estamos indo?
A Sra. Winslow abandonou o fingimento e exibiu um sorriso gélido. — Para um lugar muito bom. — De repente, ela imobilizou Penelope e pressionou um pano sobre o nariz e a boca da menina.
Os olhos de Penelope se arregalaram de pavor. — Mmph... você... — Um odor forte e amargo invadiu seus pulmões. Então, tudo escureceu.
Ela começou a ficar ansiosa. Foi para casa e ainda assim não a encontrou.
Norman apareceu e viu Jessie saindo apressada. — O que aconteceu? — perguntou ele.
— Penelope desapareceu. Fui buscá-la e ela não estava. Também não está em casa. O celular dela não dá sinal. Estou pensando que talvez ela tenha ido para a casa do pai.
Ou talvez o patriarca a tenha levado?
Na festa de aniversário naquela noite, ele ficou muito descontente com o fato de Penelope morar com ela.
Assim, ela decidiu ir perguntar a Hugh.
— Eu vou com você — disse Norman de imediato.
Antes que ela pudesse responder, ele segurou seu pulso. — Vamos. — Ele parecia tão preocupado quanto ela.
Com a mente voltada apenas para a filha, Jessie não pensou duas vezes e foi com Norman até a residência de Hugh.
Matilda a viu chegar acompanhada de um homem e lançou um olhar prolongado para Norman. Seria aquele o namorado dela?
— Jessie, você veio ver o Hugh? — O sorriso de Matilda era cínico. Ela se perguntava se Norman sabia que Jessie ainda mantinha contato com o marido pelas suas costas.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Pai Bilionário do Meu Filho
Hummm, hora de descobrir que o bebê é filha da Jéssica....
Esse Neil é realmente louco, mas um louco engraçado gostei desse personagem muito bom....
CriCriCri...estou sem palavras, o cara se matou por causa de uma louca que já se foi, que lealdade macabra....
Vixi coitado do Arthur, acho que eles vão acabar matando essa criança,essa mulher não conhece algo parecido como gravador de um celular ou caneta gravadora, falta mais emoção nesta história e astúcia também por parte da protagonista....
Aliás está mansão não tem câmeras, nunca vi isso 😕. Hoje em dia até casas mais simples tem câmeras....
Falei, se Charles não aparece essa mãe não é capaz de defender seu próprio filho,acho esse personagem fraco sem habilidades de defesas tanto físicas quanto moral. Está criança vai sofrer muito se não souber se defender sozinho do inimigo...
Vamos lá, quem casa quer casa, ela não é obrigada a compartilhar de sua vida de família de três com ninguém ,ainda mais com os seus inimigos jurados, então sim sair deste lugar seria estrategicamente uma opção muito melhor, não significa fugir da guerra mas planejar estratégias muito melhor e de quebra defender seu filho, que com essas cobras aí vai ser alvo fácil com certeza....
Se impor faz bem de vez em quando sabia....
O que rapaz , faça logo um escarcéu e pronto que que é isso eu em, ninguém pode separar os filhos de seus pais e quem é este velho para falar assim dela só porque tem dinheiro é isto mesmo? Hoje rico amanhã pobre....😡😡😡...
Garota esperta, é isso ai só espero que não se torne obcecada para destruir o casamento deste casal, lindo, que romântico esses dois....