O Sr. Nielsen a segurou pelo pulso e a deteve. Ele lançou um olhar de soslaio para Arthur e disse: “Você tem muita coragem. Veja o que deu para Jess — apenas uma pedra barata.”
“Tio Jim, não seja tão esnobe. Sim, é uma pedra, mas a Jess gosta dela. Já ouviu dizer que um tesouro guardado no coração supera qualquer coisa que o dinheiro possa comprar?” Arthur retrucou, com o semblante sério.
Elise olhou para a mão do Sr. Nielsen apertando o pulso de Yvonne e depois ouviu o que ele disse a Arthur. Ele está apoiando a Yvonne, não está?
“Não precisa trocar. Você mesma fez esse qipao para a Jess. Ficou perfeito nela.” Ela não queria que sua chegada fizesse Yvonne parecer uma esposa acuada e chorosa. Outros poderiam pensar que ela e a filha estavam se unindo contra ela.
“Sra. Matilda, eu vou usar o vestido que a senhora fez”, Jess continuou de onde a mãe parou.
As lágrimas de Yvonne transformaram-se em um sorriso. “Obrigada.”
“Todos, sentem-se e comam”, Jessica interveio, encerrando o momento sentimental.
Yvonne baixou o olhar e viu a mão do homem, com os nós dos dedos marcados, ainda segurando seu pulso. Um gesto tão pequeno, mas que a estabilizava.
Ela realmente não tinha com o que se preocupar — ela era a Sra. Hensley por direito.
Após o jantar, as três crianças correram para brincar juntas.
Jessica conversou brevemente com Elise sobre seus estudos no exterior. Ao ouvir que ela havia retornado realizada e até ingressado em uma grande corporação, Jessica ficou impressionada.
“Se fosse eu, estaria perdida no meio desses números financeiros”, admitiu Jessica.
“Eu estava confiante demais no início. É difícil. Felizmente, consegui superar.” Elise fez uma pausa e acrescentou: “E obrigada por ter me recomendado aquela escola naquela época.”
“Somos família. Não precisa me agradecer”, disse Jessica de forma direta.
Ela não percebeu o rosto de Yvonne murchar ao seu lado.
Yvonne cerrou os lábios. Ela e Jessica não eram próximas nem hostis — apenas distantes. Ver Jessica se dar tão bem com Elise a incomodava de qualquer forma. Sentia como se Jessica não a visse como sua cunhada.
Jessica olhou a hora. Estava tarde e ela precisava levar as crianças para casa.
“Mamãe, eu quero ficar e brincar com o meu primo”, anunciou Penelope, feliz da vida. Em casa, ela raramente tinha crianças da sua idade para conviver.
“Hum? A mãe do seu primo voltou hoje. Ela pode não ter tempo para brincar com você.”
“Ela não vê a mãe dela há muito tempo?” Penelope perguntou, entendendo apenas metade da situação.
Jessica assentiu. “Sim. Então vamos dar espaço a elas. Em alguns dias, se você quiser ver seu primo, eu te trago de volta.”
“Um homem de verdade não se abate com um pouco de dor.” Uma energia audaz e afiada brilhou entre as sobrancelhas de Arthur.
Elise sabia que Jess e Arthur sempre foram próximos. Observando-os agora, um estranho poderia pensar que eram irmãos de sangue.
Depois que a família de Jessica saiu, Jack também partiu. Ele nunca foi de ficar parado.
“Mãe, você vai embora hoje à noite também?” Jess voltou para o lado de Elise, perguntando com um toque de tristeza.
Antes que Elise pudesse responder, Yvonne disse: “Elise, por que não passa a noite aqui? Você esteve fora por tanto tempo. A Jess realmente sente sua falta.”
Elise olhou para Yvonne. Tinha que admitir, Yvonne era o exemplo perfeito de uma esposa virtuosa — atenciosa e generosa.
Mas a Sra. Winslow, sentada ao lado de Yvonne, cutucou-a com o cotovelo e lançou-lhe um olhar frenético. Garota tola — como você pode deixar sua rival passar a noite?
Elise olhou para o Sr. Nielsen. Ele não opinou, claramente esperando para ouvir a escolha da filha.
“Mãe, fica, tá bom? Dorme comigo hoje”, Jess pediu com cautela.
Elise realmente queria ficar com a filha. Mas ela não poderia passar a noite na casa do Sr. Nielsen. Ela não tinha cara para isso.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Pai Bilionário do Meu Filho
Hummm, hora de descobrir que o bebê é filha da Jéssica....
Esse Neil é realmente louco, mas um louco engraçado gostei desse personagem muito bom....
CriCriCri...estou sem palavras, o cara se matou por causa de uma louca que já se foi, que lealdade macabra....
Vixi coitado do Arthur, acho que eles vão acabar matando essa criança,essa mulher não conhece algo parecido como gravador de um celular ou caneta gravadora, falta mais emoção nesta história e astúcia também por parte da protagonista....
Aliás está mansão não tem câmeras, nunca vi isso 😕. Hoje em dia até casas mais simples tem câmeras....
Falei, se Charles não aparece essa mãe não é capaz de defender seu próprio filho,acho esse personagem fraco sem habilidades de defesas tanto físicas quanto moral. Está criança vai sofrer muito se não souber se defender sozinho do inimigo...
Vamos lá, quem casa quer casa, ela não é obrigada a compartilhar de sua vida de família de três com ninguém ,ainda mais com os seus inimigos jurados, então sim sair deste lugar seria estrategicamente uma opção muito melhor, não significa fugir da guerra mas planejar estratégias muito melhor e de quebra defender seu filho, que com essas cobras aí vai ser alvo fácil com certeza....
Se impor faz bem de vez em quando sabia....
O que rapaz , faça logo um escarcéu e pronto que que é isso eu em, ninguém pode separar os filhos de seus pais e quem é este velho para falar assim dela só porque tem dinheiro é isto mesmo? Hoje rico amanhã pobre....😡😡😡...
Garota esperta, é isso ai só espero que não se torne obcecada para destruir o casamento deste casal, lindo, que romântico esses dois....