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Me Satisfaça, Daddy romance Capítulo 152

Ponto de vista de Apollo.

Sempre fui um homem possessivo por natureza.

O que era meu, era meu. E eu nunca hesitava em destruir qualquer idiota que fosse insano o suficiente para tentar tirar algo de mim.

Eu queria que ela soubesse que, depois de ontem à noite, não havia volta para nenhum de nós. Não importa o que ela pensasse, não importa como tentasse fugir, ela era minha agora, e seria minha para sempre.

Eu não tinha ideia de qual resposta estava esperando, mas cada alternativa que ela oferecia, embora perfeitamente racional, ainda me deixava insatisfeito. Aquilo trazia um incômodo profundo dentro de mim. Não sabia o porquê. Mas por outro lado, não entender algo não significava que eu não gostasse daquilo.

Na verdade, eu gostava. Muito mais do que deveria.

Havia algo inebriante em perder o controle pela primeira vez em anos. Algo emocionante na maneira como ela me olhava com aqueles olhos arregalados e assustados, como se não soubesse o que aconteceria a seguir. Como se pudesse sentir algo em mim mudando.

Eu queria ver até onde isso iria.

Até onde ela poderia me empurrar.

Até onde eu iria por ela.

Parecia o despertar de um novo dia já sabendo que algo irreversível havia mudado. E a mulher deitada seminua na minha mesa, aberta para mim, era a mudança que eu não sabia que precisava.

O gosto doce me atingiu primeiro, a excitação dela misturando-se com o creme frio em minha língua. Soltei um gemido rouco, o maxilar travando instintivamente com o sabor viciante.

Porra, ela tinha um gosto bom demais, eu não conseguia ter o suficiente. Meu pau latejou ainda mais forte, implorando por atenção.

Me lembrei da última vez que a saboreei, uma semana atrás, antes de viajar; a maneira como ela esguichou no meu rosto, seu corpo tremendo sob o meu, desesperada e sem restrições. Pensei nisso todos os dias desde então, a imaginando estremecendo e ansiando sob minha boca novamente, seu perfume e sabor me deixando absolutamente louco. Meus dedos se flexionaram em suas coxas, apertando involuntariamente enquanto a memória queimava.

— Oh! — Ela gemeu, o som vibrando através de mim, fazendo meu corpo reagir ainda mais. Suas coxas tremiam sob minhas mãos enquanto eu as envolvia totalmente com as palmas. Meus polegares afundaram na carne macia, segurando-a firme, sentindo seu tremor.

Envolvi sua cintura com um braço, pressionando-a contra mim, seu corpo complacente e responsivo, enquanto a deslizava para mais perto da borda da mesa, garantindo melhor acesso. A visão dela assim fez algo primordial se contorcer em minhas entranhas.

Meu rosto pressionou-se mais contra o seu ventre, o perfume dela tão inebriante que eu mal conseguia raciocinar. Tracei uma linha lenta por sua fenda com a língua, saboreando a fricção de sua umidade contra mim.

Cada centímetro que eu lambia, cada cutucada provocante da minha língua, fazia-a estremecer e choramingar. Envolvi meu lábio totalmente em seu clitóris, sugando com força, arrancando dela um grito estrangulado que fez meu pau pulsar de fome.

— A-a-ahhmmn, Apollo!

Seus quadris deram um solavanco, pressionando-se contra minha boca, e apertei mais ainda as suas coxas, ancorando ela contra mim enquanto eu fazia todo o trabalho.

Movi minha língua em círculos lentos, saboreando cada arrepio que percorria seu corpo. Ela estava gotejando sobre mim, mais úmida a cada segundo, e isso me deixava insano. A mão dela pairou a centímetros do meu cabelo pelo que pareceu uma eternidade, mas quando não aguentou mais, ela agarrou meus fios, puxando-me para si, esfregando meu rosto contra seu clitóris enquanto se pressionava contra mim.

— Oh Deus... sim, bem aí, hmmm. — Ela gemeu. Suas coxas tremeram instintivamente, tentando se fechar ao meu redor, e eu deixei, permitindo que ela prendesse meu rosto e me sufocasse com sua excitação. Cada torção de seus quadris e cada movimento desesperado alimentava minha fome.

Fui mais fundo, sugando com mais força, movendo a língua em golpes rápidos que a faziam arquear, as unhas cravando em meu couro cabeludo.

— Meu Deus! Apollo, estou quase lá! É tão bom! — Ela arfou, a voz rouca, perdida na sensação da minha língua. Eu não precisava que ela me dissesse. Eu podia sentir na maneira como ela empurrava o clitóris contra meu rosto, puxando-me como se não se importasse com mais nada, na maneira como me sacudia a cada movimento. Ela estava tremendo, seu corpo contorcendo-se sob mim, oscilando no limite.

— Oh, porra, eu-eu quero... — Ela jogou a cabeça para trás, quase gritando, mas eu me afastei naquele momento preciso, afastando suas pernas do meu rosto. A ausência súbita de contato a fez congelar, o peito arfando, os olhos arregalados como se não conseguisse compreender o que acabara de acontecer.

— Eu... você... por que... — Ela tentou falar, mas não saiu nenhuma palavra. Inclinei a cabeça, lambendo meus lábios lentamente, observando-a seguir o movimento com olhos suplicantes. Sua necessidade estava escrita em todo o seu rosto.

Trouxe meu dedo para cima, roçando-o em seu clitóris sensível. Ela teve um espasmo violento, soltando um som carente.

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