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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 135

Não houve aviso. Senti a boca quente, a língua áspera e faminta dele se chocar diretamente contra a minha boceta totalmente exposta. Eu enlouqueci na mesma hora. Minhas mãos buscaram o apoio dos ombros dele e os meus dedos se cravaram nos seus músculos enquanto ele me devorava. Meu clitóris pulsava desesperadamente a cada lambida forte e certeira que ele desferia, enquanto, ao mesmo tempo, o meu cuzinho cedia ao toque firme e ritmado do seu dedo que penetrava a minha outra extremidade.

Aquela mistura absurda de sensações — a água quente caindo, a boca dele me rasgando ao meio e o dedo me preenchendo por trás — fez as minhas pernas tremerem sem controle. Eu estava perdendo o chão.

— Massimo! Eu... Eu vou gozar! — gritei, a minha voz saindo como um clamor rasgado, ecoando pelo banheiro.

Gemi alto, um grito carregado de pura tensão e prazer extremo ao sentir o meu corpo inteiro entrar em convulsão, despejando o meu fluxo diretamente na boca dele. Massimo continuou ali por mais alguns segundos, sugando o meu orgasmo com uma voracidade assustadora até que eu amolecesse por completo.

Ele se levantou rapidamente, o rosto molhado pela água e pelos meus fluidos. Ele me puxou pela nuca e me beijou de forma selvagem, forçando-me a sentir o meu próprio gosto na sua boca, compartilhando a nossa intimidade de um jeito cru e visceral.

Quando a minha respiração finalmente começou a querer voltar ao normal, Massimo não me deu tempo para descansar. Ele me segurou pelos ombros, me virou de costas para ele e me reclinou em direção à parede do box, forçando o meu tronco para a frente. Eu apoiei as duas mãos nos azulejos frios. Com o corpo todo inclinado, eu estava completamente vulnerável e totalmente exposta para ele.

Eu estava tão molhada, tão receptiva pelo orgasmo recente, que Massimo nem precisou de preliminares para o ato final. Ele se posicionou e me penetrou de uma vez só, enfiando o seu pau enorme até o talo dentro de mim. Senti ele todo me preenchendo, expandindo as minhas paredes, e o meu corpo se contorceu inteiro diante do impacto. Soltei um grito agudo que foi abafado pelo som do chuveiro.

Massimo segurou o meu quadril com as duas mãos grandes, firmando a pegada na minha pele, e começou a me puxar com uma vontade brutal. Ele estabeleceu um ritmo violento, ritmado e profundo. Eu adorava quando ele metia com força, sem delicadeza, demonstrando toda a sua possessividade masculina, e ele sabia perfeitamente disso. Ele esticou o braço, segurou o meu cabelo que já estava todo molhado e grudado nas minhas costas, e puxou a minha cabeça para trás com força, fazendo as minhas costas arquearem em uma curva acentuada.

Fiquei toda empinada, oferecendo o meu corpo ao seu bel-prazer. A cada estocada violenta que eu levava, sentia o seu pau entrar ainda mais fundo, batendo no meu colo do útero e me fazendo ver estrelas. Comecei a gemer loucamente, o som dos nossos corpos colidindo se misturando ao barulho da água batendo no chão.

O gozo era inevitável e iminente para os dois. Senti o meu corpo travar novamente em um espasmo definitivo, as paredes da minha boceta esmagando o pau dele, e, no mesmo segundo, Massimo soltou um urro alto, cravando-se até o limite dentro de mim enquanto derramava o seu sêmen quente e abundante no meu interior.

Gozamos juntos, em uma explosão que pareceu sugar as últimas forças que restavam nas nossas pernas.

Após o turbilhão, ele não se afastou. Massimo desabou o corpo pesado sobre as minhas costas, mantendo-nos unidos. Ficamos abraçados daquele jeito por um longo tempo, sob o fluxo constante da água morna. O seu corpo quente e molhado continuava colado às minhas costas, a sua respiração pesada batendo na minha nuca, enquanto eu sentia o seu pau ir desfalecendo aos poucos, diminuindo de tamanho, mas ainda ali, guardado dentro de mim.

Ficamos lá parados, deixando que a água quente do chuveiro nos ajudasse a relaxar os músculos exaustos e a recuperar as forças que havíamos perdido naquele momento de puro fogo. Eu estava esgotada, lavada e completamente marcada por Massimo. E, deitada na segurança do seu peito dentro daquele box, eu sabia que pertencia àquele lugar.

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