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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 159

O comando foi o suficiente. O seu corpo inteiro tremeu violentamente em uma série de espasmos fortes. Ela gritou o meu nome com todas as forças que ainda tinha nos pulmões enquanto gozava diretamente nos meus dedos que a esmagavam por dentro. Quando ela relaxou os músculos e fez menção de desabar exausta na cama, eu agi rápido. Segurei as suas pernas com força, mantendo o quadril dela erguido, e aproximei a minha boca novamente, chupando a sua boceta com força total, abocanhando os lábios sensíveis.

Chiara arrancou um gemido extremamente alto e agudo, quase um choro, devido ao fato de a sua intimidade estar completamente hipersensível após o orgasmo. Lamber e sugar aquela área naquele estado era uma tortura deliciosa. Depois que limpei e lambi todo o gozo dela que cobria a sua pele, permiti que ela deitasse de lado por alguns segundos para recuperar o fôlego.

Eu já estava com o meu pau duro novamente, latejando de forma dolorosa devido à espera. Não aguentei mais. Posicionei-me logo atrás dela na cama. Peguei o meu membro e pincelei a cabeça dele na sua boceta melada, espalhando os fluidos dela por toda a minha extensão antes de empurrar o quadril para a frente, penetrando-a de uma vez em uma estocada firme.

— Ah! — ela soltou um suspiro longo, preenchendo o espaço.

— Eu estava ansioso demais para comer essa boceta da senhora Capone — confessei, segurando a sua cintura com força, iniciando um movimento de vai e vem lento, mas profundo.

— Ela é toda sua, Massimo... toda sua — ela respondeu, virando o rosto de lado para tentar me olhar.

Parei os meus movimentos imediatamente, mantendo o meu pau enterrado até a base dentro dela. Olhei para a sua nuca e apertei os meus dedos na sua pele.

— Fala isso de novo — ordenei.

Chiara, percebendo o meu controle, resolveu me provocar. Ela soltou um riso arfado e jogou a cabeça para trás.

— Falar o quê? Não lembro de ter dito nada — ela desdenhou, querendo testar o meu limite.

Em resposta à provocação, puxei o meu quadril totalmente para trás, saindo de dentro dela de uma vez só. O estalo úmido ecoou no quarto. No mesmo segundo, Chiara choramingou alto, arqueando o corpo para trás e sentindo a falta imediata do meu pau preenchendo o seu interior.

— Fala para mim, Chiara... diz para mim que essa boceta me pertence — exigi, mantendo-me afastado, apenas pincelando a ponta do meu membro na entrada do seu sexo, deixando-a sentir o calor, mas sem dar o que ela queria.

Ela tentou se movimentar para trás, tentando empurrar o próprio corpo contra mim para forçar a entrada, mas eu a segurei firmemente pelos quadris, impedindo-a.

— Me fode, Massimo... por favor, entra em mim. Me fode — ela pediu, o desespero voltando a tomar conta da sua voz.

— Não. Não até você repetir o que eu mandei.

Abaixei o meu corpo sobre ela. Peguei um pouco daquele gozo que estava escorrendo com a ponta do meu dedo indicador e o passei diretamente na entrada do seu cuzinho. Pressionei levemente o dedo para dentro, fazendo-o entrar apenas um pouco na abertura apertada. Aquela invasão sutil levou Chiara à completa loucura; ela soltou um grito alto, chamando o meu nome enquanto tentava se mover.

— Ah! Massimo... por Deus — ela arfou, as mãos apertando o travesseiro.

Penetrei o meu dedo um pouquinho mais fundo, sentindo a resistência do músculo contraído, e sussurrei bem perto do seu ouvido:

— Você está louca para que eu foda esse cuzinho, não está, safada? Fala a verdade para mim.

Retirei o meu dedo com lentidão. Aproximei a minha boca da abertura lambuzada com o próprio fluido dela, passei a minha língua e comecei a chupar o local com força, aplicando uma sucção firme.

— Ah... sim, Massimo! Sim! — ela confessou em meio a um gemido agudo.

Aproveitando a entrega total da minha esposa, usei as minhas mãos para abrir ainda mais as suas nádegas, deixando o seu cuzinho completamente exposto e acessível. Voltei a chupar o local com gosto, usando a ponta da minha língua para fodê-lo de forma rítmica e rápida, exercendo uma pressão que estimulava todas as terminações nervosas dali. A combinação do cansaço, do gozo anterior e daquela nova estimulação brutal foi o estopim definitivo: Chiara arqueou o corpo uma última vez e desabou em outro orgasmo intenso, os seus músculos contraindo-se ao redor da minha língua enquanto ela entregava a sua alma inteira nas minhas mãos.

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