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Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso romance Capítulo 315

O corpo inteiro de Emeriel convulsionou enquanto ondas frescas de calor a sacudiam, pernas trêmulas se juntando mais uma vez. Mas Daemonikai manteve seus joelhos separados, seus olhos se estreitando enquanto a examinava.

-Por favor, não coloque de novo-, ela implorou, tremendo como uma chama de vela ao vento, sua cabeça balançando freneticamente de um lado para o outro. -Por favor, eu te imploro.

Sua entrada estava... fechada. Selada. Como uma amêijoa se protegendo da invasão.

O hálito de Daemonikai veio rápido demais, instável demais. O que é isso?

Mesmo na noite em que ele tirou sua virgindade, ela não estava tão fechada. Ele tinha conseguido colocar a língua lá, tinha a tocado. Mas agora, nem mesmo sua língua conseguiria passar pela barreira que seu corpo havia formado.

Sua mente girava, confusão lutando com uma rejeição profunda e amarga.

-Ouça o corpo dela. Note até o menor detalhe. Então ouça o seu e simplesmente seja você mesmo.

As palavras da Oráculo ecoaram em sua mente, cortando através da dor e da confusão.

Com a mandíbula cerrada, Daemonikai empurrou a dor da rejeição para o fundo, forçando-se a pensar.

Essa noite não era sobre ele. Emeriel estava em uma dor insuportável. E algo estava muito, muito errado.

Seus gritos haviam enfraquecido em murmúrios baixos enquanto ela se enrolava protegendo-se em posição fetal, encarando fixamente a parede.

O coração de Daemonikai se apertou em seu peito. Ele conhecia aquele olhar.

Ela vai ter um derrame.

Mas isso não fazia sentido. Derrames de calor só aconteciam em cios completos. Por que o corpo dela está reagindo assim?

Daemonikai não sabia o que estava acontecendo. Ele precisava de ajuda, de uma segunda opinião.

Livia era humana, tendo apenas conhecimento limitado sobre isso, e Sinai seria mais problema do que valia a pena.

Ele virou a cabeça em direção à porta e soltou um rugido. -Wegai! Traga Merilyn para mim. AGORA!

•••••

Aekeira lentamente se tornou consciente de seu entorno. A névoa em sua mente se dissipou o suficiente para ela registrar o cheiro familiar do quarto, o calor dos lençóis sob ela - a cama do Grande Senhor Vladya.

Seu corpo queimava. Cada centímetro dela se sentia muito quente, muito sensível, muito desesperado.

-Querida.

Ouvindo aquela voz, ela forçou suas pálpebras pesadas a se abrirem, piscando para afastar a névoa. Era ele.

-Você realmente está aqui...?- Sua voz estava ressecada, rouca, rachando ao falar. -Eu não sei mais o que é real e o que não é.

Os olhos cinzentos do Senhor Vladya escureceram com algo pesado. Arrependimento. -Eu sou muito real. Eu retornei quando você... teve um derrame.

Aekeira exalou tremulamente. -Estou feliz... que você esteja aqui agora.

Ela podia sentir o fogo se enrolando logo abaixo de sua pele, esperando para consumi-la novamente. -Por favor...- Estendendo a mão para ele, suas unhas se cravaram em seus braços. -Faça parar.

O Senhor Vladya pairou sobre ela, a enjaulando. Aekeira abriu suas coxas, se oferecendo, e ele mergulhou dentro dela.

Seu gemido foi longo e arrastado.

Vladya gemeu e deixou seu peso cair, pressionando-a na cama, encaixando seu rosto na curva de seu pescoço. Ele estava tremendo.

A mente de Aekeira mal registrou isso. A única coisa em que ela conseguia pensar era o quão cheia se sentia. Cada centímetro a abria perfeitamente.

-Você está tão boa.- Ele recuou, empurrando uma vez, então pausou, parecendo impressionado. -Ukrea, eu posso sentir sua glândula.

-Não pare.- Ela estava perdida na sensação dele, na deliciosa fricção de seu membro dentro dela, na forma como o prazer se construía tão facilmente sob seu toque. Ele se sentia tão bem, tão certo.

Ele se retirou dela subitamente, e Aekeira quase chorou com a perda. Apertando ao redor de nada, seu núcleo doendo de desejo.

Capítulo 315 1

Capítulo 315 2

Então ele ajustou seu ângulo. E— Choque.

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