-Sim, sim. Entre em mim. Agora, por favor. Me encha. Dê-me a sua semente. Seu nó. Eu quero.- Ela estava delirando com o calor, todas as inibições esquecidas.
De alguma forma, ouvir aquela boca geralmente tímida e hesitante dizer todas essas súplicas o agradava em um nível primal. Ela o queria, seu pênis, o suficiente para implorar por ele.
Beijando o narizinho pontudo dela, ele se alinhou, seu membro roçando contra suas dobras macias. Segurando sua perna, ele a levantou, ajustando-a do jeito que desejava.
-Agora. Eu quero agora-, ela gritou, balançando a cabeça de um lado para o outro, sua juba negra se espalhando ao redor dela como um cobertor escuro e sedoso. Seus olhos estavam fechados, seu rosto, uma imagem de fome crua. -Me dê agora. Eu quero tanto. Tanto.
Ele mergulhou dentro dela, praguejando enquanto seu corpo se fechava ao redor dele como uma luva quente e babada.
-Sim-, Seus olhos se fecharam de prazer, unhas cavando em sua pele. -Muito obrigado.
O corpo de Galilea o acolheu de uma maneira que fez sua cabeça girar, abraçando seu membro como se desejasse mantê-lo ali para sempre.
Ela se sentia incrível. Casa.
-Mais.- Ela se movia desesperadamente. -Me dê mais.
Ele lhe deu mais, penetrando mais fundo. Observando como seus olhos dançavam, sua cabeça balançando para o lado, seus lábios relaxados em êxtase absoluto. Seu cabelo se espalhava ao redor dela como um halo sedoso, úmido de suor.
Virgens em uma estaca, ela era incrivelmente sexy. Ninguém tinha o direito de ser tão bonita quanto Galilea.
-Você me sente tão bem. 'Tá bom-, ela murmurou como se estivesse intoxicada.
Ele acariciou fundo, roçando contra a barreira macia e esponjosa. Daemonikai rosnou com a onda de prazer percorrendo seu corpo. O útero dela havia descido, seu calor no auge.
Mergulhando novamente, ele acariciou ali novamente, a boca do útero dela tremulando, tentando sugar a cabeça de seu pênis.
Ela se contorceu sob ele. -Oooooh sim. Eu preciso, eu preciso. Amo o seu pênis dentro de mim.- Seu rosto nu com puro prazer, sua boca relaxada fazendo um fio de saliva. Ukrae, ele não tinha visto nada mais atraente.
-Boa garota. Você está me recebendo tão bem.- Ele se inclinou para frente, dando mais peso a ela, enquanto beijava sua boca aberta, provando a doçura que era ela.
Ela murmurou, o beijando de volta. Tinha desejo e entusiasmo, mas também inocência e inexperiência. Galilea era como um girassol puro, florescendo entre rosas.
Ele começou a investir com mais força, deixando seus quadris subirem e descerem em um ritmo constante. Cada mergulho acariciava aquela boca esponjosa, pressionando contra ela com a pressão perfeita.
Galilea arrancou os lábios e gemeu ao cair no abismo. Suas mãos agarraram seus ombros, unhas cavando em sua pele enquanto tremores sacudiam seu corpo. Daemonikai enterrou o rosto em seu pescoço, respirando tudo dela - uma mistura espessa de musgo e cheiro natural - enquanto continuava mergulhando, roçando na parte dela que acariciava a cabeça de seu pênis exatamente certo.
Essa fêmea testava seu controle de ferro. Era a primeira vez que qualquer fêmea que não fosse sua companheira de ligação chegava perto de fazê-lo perder o controle, mas Daemonikai cerrava os dentes, determinado a não deixar isso acontecer. Mantendo o controle firmemente atado como na noite anterior, ele investiu nela repetidamente.
Liberte, seus instintos sussurravam.
Diabos aleijados, essa fêmea o tentava muito. Ele podia sentir a selvageria espreitando...
-Céus, você é tão grande-, ela gemeu. -Tão grande. Você me preenche exatamente certo. Não pare.
Ela era tão fascinante. Tão sensual, sexy, ela o fazia arder.
Caramba, a garota se sentia tão bem. Todos os seus instintos diziam para ele foder aquela pequena abertura frágil, com força e profundidade. Ele queria destruí-la. Devastá-la, fazê-la gritar interminavelmente de um êxtase cego para outro.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso
Oi está dando ero com o capítulo 132...
Ruim, vc abre o capítulo depois não consegue ler novamente...