Na manhã seguinte, Douglas acordou de uma vez só, ainda bem cedo.
Quando ele desceu, ele estava usando uma blusa de gola alta branca e uma calça social escura, o visual inteiro bem limpo e arrumado.
O único problema era que, debaixo dos olhos, ele ainda carregava duas sombras suaves de olheira.
Íris foi quem viu Douglas primeiro. O olhar dela parou no rosto dele por um instante:
— Douglas, você não dormiu bem? Você não se acostumou?
— Não, Dona Íris. — Douglas se aproximou para ajudá‑la a se sentar, e o canto dos lábios dele puxou um sorriso educado. — Ontem à noite eu fiquei resolvendo umas coisas de trabalho e acabei indo dormir muito tarde.
Ele não tinha como dizer que tinha passado a noite remoendo a conversa telefônica com Soren.
— Trabalho é importante, mas o corpo é mais ainda. — Íris reclamou, com carinho. Ela se deixou conduzir até a cadeira na mesa de jantar e se sentou. Depois, ela ergueu a voz em direção à escada. — Edson, Nina, venham tomar café! Não façam o convidado ficar esperando!
Logo os passos soaram no andar de cima.
Edson tinha voltado de viagem de negócios na madrugada, por volta de uma, duas da manhã. Naquele momento, ele vestia uma camisa social azul‑clara, impecavelmente passada. O ânimo dele até parecia bom, embora houvesse um traço de cansaço sob os olhos.
Ele se sentou à mesa e acenou com a cabeça para Douglas:
— Bom dia, Douglas.
— Bom dia, mano.
Douglas chamou com naturalidade, o tom leve, sem formalidade.
Nina desceu logo em seguida. Ela usava um cardigã de tricô em tom de branco‑azulado, e o cabelo preso em um coque baixo na nuca. O conjunto tirava um pouco do ar mais afiado dela e deixava uma calma acolhedora de casa.
— Você dormiu bem ontem?
— Dormi sim. — Douglas respondeu sem mudar a expressão.
Nina se sentou de frente para ele, no momento em que a funcionária já vinha trazendo o café e vários tipos de pão.
Enquanto bebia o leite, Íris pegou um pãozinho de queijo e colocou no prato de Douglas:
— Prova esse, foi o nosso cozinheiro que fez. Quando a Nina era pequena, ela era apaixonada por esse pão.
— Está bem.
Ela abaixou o olhar para a tela. Era uma mensagem de Saulo, o texto educado e cuidadoso.
[Nina, você está livre hoje à noite? Abriu um restaurante francês novo em Cidade A, falaram que a comida é ótima. Quer ir comigo experimentar?]
Antes mesmo que Nina pudesse responder, Íris já tinha captado algo pela expressão da filha e perguntou, sorrindo:
— É aquele Saulo da família Brito?
— É. — Nina não pensou em esconder nada. Ela virou um pouco o celular para o lado de Íris. — Ele me chamou para jantar hoje à noite.
Íris observou Nina por um instante e, em seguida, deu uma olhada rápida na mensagem na tela.
— O Saulo, pelo menos, está se esforçando. Assim que ele chegou em Cidade A, ele já fez questão de vir me visitar. Dá para ver que ele é um rapaz bem‑educado. E, no dia seguinte, ele já te chama para sair de novo. Isso mostra que ele está bem interessado em você.
Nina deixou o celular de lado:
— Hoje eu não estou com muito tempo.
— Você não tem tempo nem para um jantar? — Íris já conhecia bem a cabeça da filha. — Quanto mais ocupada você fica, mais você devia sair um pouco para esfriar a cabeça. Não se tranca tanto no trabalho. Não custa nada tratar ele, pelo menos, como amigo.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso
Sinceramente, ta chato ter que pagar e não chega logo a parte que Luiza descobre os pais, e a verdade identidade de Osvaldo...
Cadê o resto, eu já estou sofrendo com essa enrolação toda, ainda por cima estão colocando cada vez mais barreiras... A única coisa que site faz com isso é perder leitores pra outros títulos, nós perdemos tempo e dinheiro, vocês perdem a fidelização dos leitores....
Gente de novo essa palhaçada de não postar os capítulos e isso pq é pago e não é barato😡😤🤬...
Cadê os outros capítulos?...
a história está se perdendo, a autora deveria se atentar! ja esta ridículo, péssimo de ler...
ja esta a mais de 200 capítulos com todo mundo, menos a Luiza, sem saber quem é a família biológica. Muita enrolação...
Perdendo o estímulo pra acompanhar, Tá muito cansativa a estória, excluiu vários e está envolvendo outros personagens para sustentar. Mas está sem graça. Melhor finalizar....
Esse livro é uma desgraça, desistindo. Quem escreveu precisa se aposentar....
Mas que chatice! Toda vez essa enrolação, fala que vai oficializar o divórcio tem 50 capítulos já! Saco!...
Nos capítulos 300 e pouco parece que a história perde a consistência. Lilian parece ter esquecido algumas coisas sobre Luiza e Gustavo. Ale disso muitas coisas acontecem de forma forçadamente conveniente e até pouco criativas. Tá difícil continuar....