Quando Luiza chegou ao Residências Brisa Serena, Íris estava justamente no jardim fazendo fisioterapia.
— Dona Íris, a senhora hoje está andando bem mais firme do que da última vez. — Luiza se aproximou, apoiando o braço dela.
Íris sorriu e deu um tapinha carinhoso na mão de Luiza:
— Isso é graças a você. Lá fora está frio, vamos, entra logo, vamos sentar um pouco.
As duas tinham acabado de chegar à sala quando Nina desceu as escadas. Ela usava um sobretudo creme, o cabelo preso na nuca. Quando viu Luiza, o olhar dela suavizou um pouco.
— Luiza, você veio tão cedo?
— Hoje estou de folga, então pensei em vir mais cedo para fazer o tratamento da dona Íris. — Luiza respondeu.
Nina assentiu com a cabeça.
A empregada trouxe café e alguns petiscos e colocou tudo sobre a mesa. As três comeram um pouco e ficaram conversando à toa.
Depois, Luiza pegou as agulhas para fazer acupuntura em Íris. Nina assistiu por um tempo e, em seguida, foi para o escritório resolver trabalho.
Quando terminou de tirar as agulhas, Íris pediu para a empregada trazer a sopa de frango com cogumelos que tinha ficado a manhã inteira no fogo.
— Luiza, você sabe que, na semana que vem, o estado vai entregar um prêmio de inovação em tecnologia, não sabe?
Íris encheu uma tigela de sopa e passou para ela.
Luiza recebeu a tigela e tomou um gole.
— Eu ouvi falar, sim.
— Aquele projeto de medicamento especial do Grupo Marques foi indicado. Como você é uma das principais pesquisadoras do projeto, você também deve ser convidada, não é?
— Sim, o Gustavo comentou isso comigo uns dias atrás. — Luiza colocou a tigela sobre a mesa. — Mas eu não sou muito fã desse tipo de evento. Se eu for, vou só dar uma passada rápida e ir embora.
Íris estava prestes a responder quando a empregada entrou apressada pela porta:
— Senhora, o Sr. Gustavo chegou.
Luiza se virou para a entrada, um pouco surpresa. Gustavo apareceu usando um longo casaco escuro e carregando duas caixas de frutas nas mãos.
— O que você está fazendo aqui? — Luiza se levantou para perguntar.
Gustavo se aproximou e, primeiro, entregou as frutas para a empregada:
— Foi a minha avó que mandou. Ela pediu para eu trazer essas frutas que acabou de sair da plantação.
Só então ele olhou para Íris.
— Dona Íris, eu não estou atrapalhando, estou?
— Que atrapalhar o quê. — Íris respondeu, sorrindo. — Vocês dois hoje estão mesmo grudados. A Luiza chegou há pouquíssimo tempo e você já veio correndo atrás.
Gustavo apenas sorriu, sem negar nem confirmar, e se sentou ao lado de Luiza:
— Eu não tinha nada para fazer de manhã. Então pensei em vir buscá-la para almoçarmos juntos. Vocês podem continuar conversando, eu espero tranquilo.
As orelhas de Luiza esquentaram na hora. Ela abaixou a cabeça, fingiu que estava concentrada na sopa e não respondeu.
Íris olhou aquela cena e sentiu, ao mesmo tempo, conforto e emoção. A amiga dela finalmente tinha encontrado um homem que cuidava dela de verdade.
O celular de Gustavo vibrou levemente. Ele olhou a tela, levantou-se e foi até a janela para atender a ligação.
Aproveitando a brecha, Íris se inclinou um pouco e abaixou a voz para perguntar a Luiza:
— Você e o Gustavo estão pensando em tirar a certidão de casamento quando?
Luiza quase se engasgou com a sopa.
— Ainda… ainda não pensamos nisso…
— Não pensaram em quê? A criança já está quase nascendo. — Íris ralhou de leve.
Independentemente da situação, ela realmente ficava feliz por Luiza ter encontrado Gustavo como marido.
— Se vocês decidirem mesmo, precisamos comemorar. Mesmo que agora você não possa fazer uma festa de casamento, tirar a certidão é uma coisa importante, não pode ser tratado de qualquer jeito.
Luiza passou a mão na ponta do nariz, sem graça.
— Sobre isso… o Gustavo já falou algumas vezes, mas eu sempre penso em deixar para depois que o bebê nascer. Tenho medo de ficar tudo muito corrido agora.
Íris ergueu a mão e ajeitou uma mecha solta do cabelo de Luiza atrás da orelha.
— Corrido por quê? Para tirar a certidão, basta escolher um dia e ir ao cartório. A festa vocês podem fazer depois que o bebê nascer. Não empurra tudo para frente.
Luiza assentiu:
— Está bem, eu vou pensar com carinho e conversar com ele.
Ela mal terminou de falar quando Gustavo desligou e voltou para a mesa.
— Do que vocês estavam falando? — Ele perguntou.
Só então ele olhou para Íris.
— Dona Íris, eu não estou atrapalhando, estou?
— Que atrapalhar o quê. — Íris respondeu, sorrindo. — Vocês dois hoje estão mesmo grudados. A Luiza chegou há pouquíssimo tempo e você já veio correndo atrás.
Gustavo apenas sorriu, sem negar nem confirmar, e se sentou ao lado de Luiza:
— Eu não tinha nada para fazer de manhã. Então pensei em vir buscá-la para almoçarmos juntos. Vocês podem continuar conversando, eu espero tranquilo.
As orelhas de Luiza esquentaram na hora. Ela abaixou a cabeça, fingiu que estava concentrada na sopa e não respondeu.
Íris olhou aquela cena e sentiu, ao mesmo tempo, conforto e emoção. A amiga dela finalmente tinha encontrado um homem que cuidava dela de verdade.
O celular de Gustavo vibrou levemente. Ele olhou a tela, levantou-se e foi até a janela para atender a ligação.
Aproveitando a brecha, Íris se inclinou um pouco e abaixou a voz para perguntar a Luiza:
— Você e o Gustavo estão pensando em tirar a certidão de casamento quando?
Luiza quase se engasgou com a sopa.
— Ainda… ainda não pensamos nisso…
— Não pensaram em quê? A criança já está quase nascendo. — Íris ralhou de leve.
Independentemente da situação, ela realmente ficava feliz por Luiza ter encontrado Gustavo como marido.
— Se vocês decidirem mesmo, precisamos comemorar. Mesmo que agora você não possa fazer uma festa de casamento, tirar a certidão é uma coisa importante, não pode ser tratado de qualquer jeito.
Luiza passou a mão na ponta do nariz, sem graça.
— Sobre isso… o Gustavo já falou algumas vezes, mas eu sempre penso em deixar para depois que o bebê nascer. Tenho medo de ficar tudo muito corrido agora.
Íris ergueu a mão e ajeitou uma mecha solta do cabelo de Luiza atrás da orelha.
— Corrido por quê? Para tirar a certidão, basta escolher um dia e ir ao cartório. A festa vocês podem fazer depois que o bebê nascer. Não empurra tudo para frente.
Luiza assentiu:
— Está bem, eu vou pensar com carinho e conversar com ele.
Ela mal terminou de falar quando Gustavo desligou e voltou para a mesa.
— Do que vocês estavam falando? — Ele perguntou.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso
Sinceramente, ta chato ter que pagar e não chega logo a parte que Luiza descobre os pais, e a verdade identidade de Osvaldo...
Cadê o resto, eu já estou sofrendo com essa enrolação toda, ainda por cima estão colocando cada vez mais barreiras... A única coisa que site faz com isso é perder leitores pra outros títulos, nós perdemos tempo e dinheiro, vocês perdem a fidelização dos leitores....
Gente de novo essa palhaçada de não postar os capítulos e isso pq é pago e não é barato😡😤🤬...
Cadê os outros capítulos?...
a história está se perdendo, a autora deveria se atentar! ja esta ridículo, péssimo de ler...
ja esta a mais de 200 capítulos com todo mundo, menos a Luiza, sem saber quem é a família biológica. Muita enrolação...
Perdendo o estímulo pra acompanhar, Tá muito cansativa a estória, excluiu vários e está envolvendo outros personagens para sustentar. Mas está sem graça. Melhor finalizar....
Esse livro é uma desgraça, desistindo. Quem escreveu precisa se aposentar....
Mas que chatice! Toda vez essa enrolação, fala que vai oficializar o divórcio tem 50 capítulos já! Saco!...
Nos capítulos 300 e pouco parece que a história perde a consistência. Lilian parece ter esquecido algumas coisas sobre Luiza e Gustavo. Ale disso muitas coisas acontecem de forma forçadamente conveniente e até pouco criativas. Tá difícil continuar....