Era Gustavo.
O homem, aparentemente, também já havia tomado banho, pois usava um conjunto de roupa de casa azul-escuro. Diferente do habitual terno impecável, sua presença ainda carregava um ar severo, mas com uma pitada de descontração e preguiça.
Luiza soltou um leve suspiro de alívio ao vê-lo e abriu a porta:
— Você não vai dormir na Mansão dos Marques esta noite?
Gustavo lançou-lhe um olhar de lado, carregado de desdém, como se achasse a pergunta dela sem sentido:
— Quando foi que eu já dormi na Mansão dos Marques?
Era verdade.
Aquela pergunta tinha sido, de fato, desnecessária. Desde que Gustavo se mudou de lá, há oito anos, ele nunca mais havia passado sequer uma noite na mansão.
Luiza, sabendo o quão meticuloso ele era, foi até o armário e pegou um par de chinelos novos para hóspedes, colocando-os no chão. Era um par masculino.
Gustavo abaixou os olhos, observou os chinelos e perguntou com um tom frio:
— De quem são?
Luiza, já a caminho da cozinha, respondeu sem sequer olhar para trás:
— Seus.
Os cantos dos lábios de Gustavo se curvaram minimamente, num sorriso quase imperceptível. Ele entrou como se estivesse em sua própria casa. Ao vê-la segurando um prato, não pareceu surpreso:
— Está preparando algo para comer?
Luiza nunca conseguia comer direito na Mansão dos Marques, e, considerando o que havia acontecido naquela noite, ela sequer teve apetite para tentar.
— Sim. — Ela respondeu, assentindo enquanto acendia a luz da cozinha.
Gustavo puxou uma cadeira na mesa da sala de jantar, sentando-se com naturalidade. Em seguida, deu uma ordem casual:
— Então prepare uma porção para mim também.
Luiza ficou sem palavras.
Luiza colocou o garfo e o molho na frente dele. Quando finalmente se sentou na cadeira oposta, ouviu o som de outra cadeira sendo puxada.
Gustavo sentou-se ao lado dela. Ele puxou o prato de coxinhas e a tigela de molho para perto de si.
Os dois começaram a comer as coxinhas em silêncio.
Depois de um tempo, Gustavo mastigou mais uma vez, tentando identificar a sensação, e então comentou:
— Esse sabor... é familiar. Onde você comprou essas coxinhas?
Luiza respondeu sem levantar os olhos:
— Foi uma vovó que fez.
Ao ouvir isso, Gustavo, quase sem querer, lembrou-se de algo. Ele se recordou da conversa que teve com Manuela recentemente. Manuela estava insistindo em apresentá-lo a uma médica, e mencionou que a tal médica já era divorciada.
Com o tom levemente carregado de curiosidade, ele perguntou, seguindo o que Luiza havia dito:
— Uma vovó?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso
Sinceramente, ta chato ter que pagar e não chega logo a parte que Luiza descobre os pais, e a verdade identidade de Osvaldo...
Cadê o resto, eu já estou sofrendo com essa enrolação toda, ainda por cima estão colocando cada vez mais barreiras... A única coisa que site faz com isso é perder leitores pra outros títulos, nós perdemos tempo e dinheiro, vocês perdem a fidelização dos leitores....
Gente de novo essa palhaçada de não postar os capítulos e isso pq é pago e não é barato😡😤🤬...
Cadê os outros capítulos?...
a história está se perdendo, a autora deveria se atentar! ja esta ridículo, péssimo de ler...
ja esta a mais de 200 capítulos com todo mundo, menos a Luiza, sem saber quem é a família biológica. Muita enrolação...
Perdendo o estímulo pra acompanhar, Tá muito cansativa a estória, excluiu vários e está envolvendo outros personagens para sustentar. Mas está sem graça. Melhor finalizar....
Esse livro é uma desgraça, desistindo. Quem escreveu precisa se aposentar....
Mas que chatice! Toda vez essa enrolação, fala que vai oficializar o divórcio tem 50 capítulos já! Saco!...
Nos capítulos 300 e pouco parece que a história perde a consistência. Lilian parece ter esquecido algumas coisas sobre Luiza e Gustavo. Ale disso muitas coisas acontecem de forma forçadamente conveniente e até pouco criativas. Tá difícil continuar....