— George, não precisa se preocupar, seu pai não veio me ver hoje, ele veio para ver minha sogra, a presidente do Banco Estrela Azul. Eu apenas a acompanhei, não foi nada demais.
— É mesmo?
— Sim, se eu tivesse algum problema, você acha que ainda estaria conversando com você? Não se preocupe tanto.
George respirou aliviado:
— Que bom, Jaqueline, da próxima vez que você for encontrar meu pai, me avise com antecedência, hoje eu não sabia de nada.
— Não tem problema, George, seu pai não vai me devorar. Aliás, você sabia que seu pai...
— O que tem meu pai? — Perguntou George.
Jaqueline de repente se lembrou de que Nádia estava ao lado, então disse:
— George, vou deixar para falar na próxima vez que nos encontrarmos, não se preocupe, não é nada sério, estou bem e me preparando para ir para casa.
— Tudo bem, então me ligue quando chegar em casa para eu saber que está tudo bem.
— Está certo, eu ligo. Tchau. — Jaqueline desligou o telefone.
Ela se virou e viu Nádia olhando para ela com um olhar que carregava um significado profundo.
Jaqueline, um pouco constrangida, sorriu torto:
— Era George ao telefone, ele está um pouco preocupado, ele sabe que o pai dele pode ser muito bravo.
— Oh, é? — Disse Nádia, calmamente. — Seu amigo parece ser muito bom.
Jaqueline acenou com a cabeça:
— Ele é um bom amigo, apesar de nos conhecermos há pouco tempo, ele tem sido muito bom para mim, não posso ser fria com alguém que é tão bom para mim.
Ding dong, uma mensagem chegou ao celular de Jaqueline.
Era de George.

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