Ela pôde sentir a bala zunindo perigosamente perto de sua orelha.
Ela estava completamente encharcada, tomada por um medo indescritível.
Quatro pessoas haviam tentado fugir no total, mas três foram capturadas e trazidas de volta.
O quarto fugitivo ainda nadava desesperadamente para longe.
Nesse momento, um dos homens mirou sua arma e disparou contra ele.
Apenas o estrondo do tiro foi ouvido.
Aquela silhueta boiou inerte na água, e o líquido ao redor tingiu-se instantaneamente de vermelho.
Tereza e os outros dois ficaram aterrorizados, tremendo incontrolavelmente no convés.
O homem se aproximou e desferiu vários golpes em cada um deles.
— Maldição, se ousarem fugir de novo, este será o destino de vocês!
Depois desse episódio horripilante, eles não ousaram mais tentar escapar.
Eles chegaram rapidamente ao país K, onde havia veículos à espera para buscá-los, e foram enfiados à força nos carros.
Os veículos adentraram um complexo fechado.
Tereza observou que os arredores eram cercados por muros altíssimos, adornados com arame farpado, tornando qualquer fuga quase impossível.
A angústia dominava o coração de Tereza.
Ela se perguntava se sua família já havia notado o seu desaparecimento.
Será que alguém a estava procurando?
Após saírem do carro, eles foram conduzidos a uma sala.
Dentro daquele ambiente, havia dezenas de computadores.
Muitas pessoas como eles estavam sentadas em frente às telas, fazendo ligações sem parar e realizando diversas operações.
Será que ela realmente havia caído em um covil de golpistas?
— Levem-nos daqui logo! — Rugiu o homem armado atrás deles.
Os golpistas pareciam em transe, movendo as mãos freneticamente e fazendo ligações ininterruptas.
Eles não prestavam a mínima atenção aos recém-chegados, provavelmente já habituados àquela cena.
Após passarem por aquela sala, eles foram levados para o outro lado do complexo.
Lá, havia um homem vestindo um terno e usando óculos.


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