— Não preciso que você me ensine! — Davi disse, com frieza. — Eu não vou deixar ela saber da sua existência.
Sophia olhou para Davi, incrédula.
— Se você quer brincar, vá procurar uma mulher que queira e possa brincar com você! Não venha me encher! — Ela disse, com desprezo.
— Eu não dormi com a Valentina.
Davi, pela primeira vez, explicou.
Sophia soltou uma risada irônica.
— Os repórteres de fofoca já fotografaram, o que você está tentando fazer? Fingir que é puro? — Ela o olhou com desprezo e desconfiança.
— Eu só a levei para casa, comi um jantar e fui embora.
Davi pensou por um momento, mas omitiu o incidente de ter se queimado com a perna e ido tomar um banho frio.
Ele não entendia o motivo de ter escondido isso, mas, instintivamente, não queria contar para Sophia.
Embora, no futuro, ele realmente fosse se casar com Valentina.
— Eu não ligo se você dormiu ou não com a Valentina, o que vocês dois fazem não me interessa. Agora, me deixe sair!
A voz dela era fria e decidida.
Sophia empurrou Davi com força, tentando abrir a porta do carro para sair.
Davi a empurrou de volta para o banco, não querendo mais ouvir as palavras que ela insistia em dizer.
Ele abaixou a cabeça e tentou beijá-la novamente.
Sophia se esquivou.
Nesse momento, Bryan bateu na janela do carro, alertando:
— Presidente Davi, o voo vai atrasar!
Davi teve que parar.
Ele tirou a pressão de Sophia, mas ainda segurava firmemente o braço dela.
Com a outra mão, ele abriu a janela do carro e disse:
— Entre, vamos.
Sophia aproveitou a oportunidade, se inclinando para frente, passando por cima de Davi e colocando a cabeça para fora da janela do carro.
Ela gritou:
— Polícia, me ajudem! Socorro! Estão me sequestrando!
Quando Davi abriu a janela, Sophia viu vagamente a silhueta de um policial de trânsito.

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