Joaquim não conseguiu se desvencilhar da prisão imposta pelos dois seguranças.
Não andou muito.
Sophia se desvencilhou da mão de Davi e seguiu sozinha em direção ao carro estacionado na beira da estrada.
Bryan estava ao lado da porta do carro, abriu ela e disse respeitosamente:
— Srta. Sophia, por favor, entre.
Sophia entrou no carro, e logo o ar ficou impregnado com o cheiro de perfume masculino de Davi.
Sem motivo aparente, isso a fez sentir um grande desgosto.
Davi entrou logo atrás dela.
Bryan fechou a porta do carro e, como Gabriel, ficou do lado de fora esperando.
Deixando o espaço para os dois dentro do veículo.
Dentro do carro, Davi se sentou ao lado de Sophia, muito perto dela.
Assim que entrou, o ar de irritação que emanava dele desapareceu completamente.
Sophia se virou para olhar pela janela, sem dar atenção a ele.
— O que você e o Joaquim fizeram nesses últimos dias? — Davi perguntou de maneira casual, mas só ele sabia o quanto estava cheio de ciúmes.
— Já que você conseguiu me encontrar aqui, deve saber o que fiz com o Joaquim nesses últimos dias. Não precisa perguntar.
O tom de Sophia estava claramente ríspido.
Davi, claro, já sabia.
Eles dois haviam ido ao shopping, ao supermercado, ao parque de diversões e até ao hospital juntos.
Davi olhou Sophia de cima a baixo, procurando sinais de que ela estivesse machucada.
Logo, seus olhos se fixaram no rosto dela.
— Você sabe que não estou falando disso! — Davi disse em um tom mais baixo.
— Não estou falando disso? Então de quê? — Sophia franziu a testa, confusa.
"Não entendo o que ele está tentando dizer."
— Vocês transaram?
Sophia finalmente se virou para olhar Davi diretamente.
Mas seu olhar era de choque e raiva.
Sophia se sentiu humilhada.

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