Ninguém respondeu a Sophia, o embrião ainda era muito pequeno.
O registro foi feito, o aborto espontâneo agendado, e a enfermeira foi rápida, logo tudo estava resolvido.
A cirurgia estava marcada para as três da tarde, e ela não podia comer nada devido ao jejum.
Joaquim também ficou com Sophia, sem comer.
Ele viu que ainda faltavam algumas horas para a cirurgia e, como não podiam comer, pensou em levar Sophia para o carro para descansar um pouco.
Quando estavam se aproximando da entrada do hospital, encontraram Samuel vindo na direção oposta.
— Sophia? Que coincidência, te encontrei em Cidade B? — Samuel cumprimentou de forma natural. — Você está doente? Não está se sentindo bem?
Ao ver Joaquim ao lado de Sophia, Samuel fez um aceno educado.
— Joaquim.
— Samuel. — Joaquim respondeu com um aceno de cabeça.
— Vim para Cidade B a trabalho, e a gastrite atacou, por isso vim ao hospital dar uma olhada. — Sophia se justificou, mencionando a dor de estômago.
Ela estava pálida, não havia comido no café da manhã, e, depois da consulta, estava visivelmente fraca, o que fez com que conseguisse enganar Samuel.
— Você veio a este hospital? — Sophia olhou para o prédio e depois voltou o olhar para Samuel, curiosa.
— Este hospital é da minha família. — Samuel explicou. — Estamos recebendo um lote de equipamentos médicos estrangeiros, vim dar uma olhada.
— Então, não vou atrapalhar seu trabalho.
Sophia se despediu de Samuel.
...
À tarde, no aeroporto.
Após terminar seu trabalho, Samuel seguiu com Davi, Valentina e Bryan para o voo particular de volta a Cidade A.
— Davi, espera um minuto, vou ao banheiro. — Valentina entregou sua bolsa a Davi.
Davi pegou a bolsa sem hesitar.
— Quando ela chegou? Não está preocupada com você? — Joaquim estava tão envolvido com os assuntos do hospital que não sabia quando Valentina havia chegado a Cidade B.


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