Sérgio balançou a cabeça vigorosamente:
— É claro que é verdade. As minhas fontes nunca erram. O que você acha, Pâmela?
Pâmela organizou com calma os documentos da reunião:
— Eu acho com os olhos.
Sérgio retrucou:
— Não, eu quero saber a sua opinião, os seus pensamentos sobre isso.
Pâmela:
— O que há para pensar? O Grupo Castro já está num caminho sem volta rumo à autodestruição, e a Roberta se juntar a eles agora é tudo que eu poderia desejar.
— Quando a vovó acordar, toda a verdade virá à tona. Será a chance perfeita para derrubar todos eles de uma vez. Isso vai me poupar muito trabalho.
Os olhos de Sérgio brilharam:
— Dona Priscila vai acordar em breve, não é? O Sr. Ferraz disse que o quadro dela é excelente, e os fisioterapeutas contratados são os melhores.
— Provavelmente, depois de acordar e fazer alguma reabilitação, ela logo conseguirá andar.
— Pâmela, parece que esse dia está bem próximo.
Pâmela suspirou:
— Eu também não vejo a hora de acabar com as palhaçadas deles.
Nesse momento, bateram na porta, e Raulino Castilho entrou no escritório.
— Irmãzinha, o nosso primeiro projeto em parceria já está nos eixos. Tem um tempinho amanhã para visitar as nossas fábricas e dar algumas orientações?
— Ah, e preciso que você me empreste alguém. A Sra. Barreiros. Se ela não for, temo não conseguir resolver alguns problemas técnicos que apareceram por lá.
Ouvindo falar sobre trabalho, Pâmela imediatamente descartou os problemas de Roberta e da família Castro.
Uma parte da família Castilho já havia se mudado para a capital.
A capital parecia uma cidade acolhedora, mas, no topo da cadeia alimentar corporativa, os recursos eram escassos.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...