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Da prisão ao Topo: A Era dela na TI romance Capítulo 76

— Eu acredito na sua capacidade. — Disse Evaldo.

Pâmela sorriu levemente.

Naquela noite, deitada na cama e virando de um lado para o outro, Pâmela pensou que, em sua situação atual, abrir sua própria empresa poderia ser uma boa opção.

A família Castro e a família Gattas haviam bloqueado todas as suas possibilidades de encontrar um emprego.

Provavelmente, mesmo que ela se candidatasse a um emprego de faxineira, nenhuma empresa se atreveria a contratá-la.

Mas sua competência principal, a família Castro e a família Gattas poderiam controlar isso?

Pâmela de repente se sentou na cama, com um leve sorriso no rosto.

Na verdade, Evaldo estava errado.

Ela não precisava provar nada.

Quando atingiu a maioridade, ela já havia provado seu talento e capacidade com o La Algoritmo.

Agora, ela só queria aproveitar o tempo que lhe restava para florescer em seus últimos momentos de vida.

Mesmo tendo tido insônia, Pâmela acordou sem nenhum pingo de sono.

Depois de um café e um café da manhã nutritivo, ela bateu na porta do quarto de Evaldo.

Evaldo, vestindo um roupão, com o cabelo todo bagunçado, abriu os olhos sonolentos e viu Pâmela, radiante, parada à sua porta.

— Você acordou tão cedo?

— Obrigada pela sua orientação. Decidi abrir minha própria empresa. Desculpe, não tenho muitos contatos depois de todos esses anos, então terei que pedir o Sérgio emprestado.

Ao ouvir isso, os olhos de Evaldo brilharam.

— Você realmente pensou bem sobre isso?

Pâmela assentiu.

— Eu deveria ter percebido isso quando estava ajudando Sandro a construir sua empresa. Não deveria ter trabalhado para o sucesso de outra pessoa.

Evaldo de repente pulou e abraçou Pâmela, talvez porque tivesse acabado de ser acordado e ainda não estivesse totalmente desperto.

Pâmela ficou completamente paralisada, sem entender.

Normalmente, Evaldo parecia tão sério. Como ele podia ser tão diferente ao ser acordado?

Como um...

Como um menino mais novo da vizinhança?

Mas logo, Pâmela também sorriu.

— Você está tão feliz por eu abrir uma empresa?

Evaldo a soltou.

— Claro. Em vida, estou prestes a testemunhar um segundo milagre. Pâmela, por favor, me deixe investir. Quando você tiver sucesso, poderei me gabar pelo resto da vida, dizendo que fui eu quem te financiou.

— Eu ia justamente discutir isso com você. — Disse Pâmela. — Atualmente, tenho fundos, mas temo que não sejam suficientes.

— Eu, uma herdeira caída, uma esposa abandonada de uma família rica, que já esteve na prisão. Tenho todos os deméritos possíveis.

— Se eu abrir uma empresa, provavelmente não conseguirei outros investimentos.

— A família Castro e a família Gattas provavelmente não permitirão que eu consiga nenhum investimento.

— E não quero envolver Beto e prejudicar a parceria dele com o Grupo Gattas.

— Então, só posso recorrer a você.

— Você veio à pessoa certa. — Disse Evaldo.

Evaldo puxou Pâmela para dentro de seu quarto.

Ele pegou uma pasta de sua mesa e a entregou a Pâmela.

— Dê uma olhada.

Pâmela abriu a pasta.

Dentro, havia um plano de negócios que Evaldo havia preparado para ela durante a noite.

Ela ficou surpresa.

Capítulo 76 1

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