Depois do jantar, os dois seguiram para o leilão.
Já não era cedo.
Quem havia chegado antes geralmente vinha direto do trabalho. A essa altura, todos já estavam acomodados em seus lugares no salão.
Ao ver que já havia muita gente mais à frente, Pâmela não quis avançar demais e chamar a atenção de todo mundo.
Ela apontou para os assentos laterais, achando que ficar nas fileiras de trás seria uma boa ideia.
Fazia muito tempo que ela não frequentava esse tipo de evento.
Na verdade, não havia nada específico que quisesse comprar, então não fazia diferença sentar um pouco mais longe.
Os assentos VIP dos dois ficavam bem na frente, mas Evaldo, vendo que ela não se importava em sentar no fundo, decidiu acompanhá-la.
Os dois se acomodaram na última fileira, deixando vagos os melhores lugares para visualizar os lotes.
Chegaram bem a tempo de assistir ao início do evento; a primeira peça já estava em exibição no palco. Pâmela deu uma olhada, mas não demonstrou muito interesse.
Evaldo tinha um item que planejava arrematar naquela noite, mas não seria ele a levantar a placa. Sérgio já estava sentado nas primeiras fileiras e faria o lance por ele.
Evaldo sussurrou para Pâmela:
— Se gostar de alguma coisa mais tarde, pode arrematar. Eu ainda não te dei um presente oficial.
Pâmela não deu muita importância:
— Você já me deu a coisa mais preciosa do mundo. Nenhum outro presente pode se comparar a isso.
Para salvá-la, a primeira fase do tratamento natural tinha custado a Evaldo quase metade da própria vitalidade.
Esse tipo de vínculo profundo, forjado na luta pela vida, não podia ser substituído por nenhum bem material.
Evaldo retrucou:
— Eu sei, mas isso é diferente. No seu porta-joias, além das peças que sua mãe e sua avó deixaram, você tem alguma que seja realmente sua?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...