Ao ver o nome de Evaldo Braga brilhando na tela, o coração de Pâmela se encheu de alegria.
Ela atendeu com a voz leve:
— Oi, aconteceu alguma coisa em casa?
A Villa Bella Vista já tinha se tornado, para Pâmela, simplesmente a sua casa.
E era verdade: ali ela sentia o verdadeiro calor de um lar.
Era a casa dela e de Evaldo, onde também estavam sua avó e sua mãe, além de todos os funcionários antigos que cuidavam dela desde pequena.
Tinha tudo o que ela precisava; era o melhor lar do mundo.
Evaldo disse algumas palavras do outro lado da linha, e Pâmela abriu um sorriso gentil ao responder:
— Combinado, te espero depois do expediente para você me buscar.
Depois que ela encerrou a chamada, Sérgio abriu um sorriso de orelha a orelha e começou a caminhar em direção à porta do escritório.
Pâmela o chamou de volta:
— Você veio até aqui só para me contar as fofocas do Grupo Gattas e do Grupo Castro?
Sérgio piscou:
— Claro que sim! Uma fofoca dessas, Sra. Castro, a senhora não ia querer ficar de fora, não é?
Bom... não dava para negar que era verdade.
Pâmela soltou uma risadinha, num entendimento mútuo e silencioso.
Sérgio saiu da sala todo satisfeito, orgulhoso do próprio faro para fofocas.
Enquanto isso, no Grupo Gattas.
Durante o horário de almoço, logo depois de comer, Roberta foi procurar Sandro.
Naquele dia, ela tinha ficado ao lado do noivo, sem se importar em passar por cima do homem que chamava de pai.
Ela acreditava que, por causa disso, Sandro passaria a nutrir um carinho especial por ela.
Aproveitando a brecha, decidiu que aquele seria o momento ideal para organizar os preparativos do casamento.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...