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Da prisão ao Topo: A Era dela na TI romance Capítulo 297

No entanto, chegaram tarde demais.

O divórcio acontecera e seria difícil reatar os laços.

Assim que Gonçalo chegou em casa, ligou imediatamente para Sandro, ordenando seu retorno.

Sandro nem sequer havia chegado à empresa quando foi chamado de volta.

No escritório, ouvia-se apenas Gonçalo quebrando coisas furiosamente.

De tempos em tempos, vinham os gritos severos.

Dentro do escritório, Sandro não estava apenas de cabeça baixa, como de costume.

Ele estava ajoelhado no chão, de cabeça baixa.

Ao seu redor, havia cacos de porcelana espalhados.

Gonçalo tremia de raiva.

Ele quisera explodir na empresa de Pâmela, mas não podia direcionar sua fúria a ela.

Portanto, agora só restava descarregar em Sandro.

Sendo xingado por Gonçalo, Sandro não ousava reclamar.

— Diga, o que faremos agora? Sem avisar ninguém, você se divorciou de Pâmela. Sandro, você não tem o menor respeito por mim e por sua mãe, não é?

Sandro respirou fundo.

Achou que deveria dar uma explicação.

— Pai, houve complicações no meio do caminho. Eu assinei o acordo de divórcio, mas não planejava formalizá-lo tão rápido.

— Foi um acidente que levou a isso.

— Eu não planejava anunciar publicamente. Quando soube que Pâmela estava doente, quis compensá-la e trazê-la para casa para se recuperar.

— Afinal, ela é a mãe do Oscar. Eu jamais a deixaria desamparada.

— Não pense que dizer isso muda alguma coisa.

Além da foto do beijo, havia imagens de Roberta bêbada, segurando seu braço e encostada nele intimamente.

— A prisão de Pâmela tem a ver com essa mulher. E o fato de você não ter anunciado o casamento ou o divórcio também tem a ver com ela, não é?

— Agora que está divorciado, pretende se casar oficialmente com ela?

Sandro respondeu:

— Pai, eu não fiz isso.

— Não sei por que você tem essas fotos. Roberta não é uma pessoa calculista. O que aconteceu entre nós foi natural e, até hoje, não houve nenhum comportamento inadequado.

— Eu pretendo me casar com ela no futuro, sim, pois ela é competente e ajuda no desenvolvimento da empresa.

— Mas com Pâmela nesse estado, eu não quis machucá-la. Só queria prestar minha última solidariedade, ajudá-la a se tratar e a se recuperar.

Gonçalo estava furioso:

— O quê? Agora você quer pagar de leal? Seu idiota cego... Você quer se casar com Roberta porque ela é competente? E se Pâmela for mais capaz do que ela? Onde você vai enfiar o seu arrependimento?

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