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Da prisão ao Topo: A Era dela na TI romance Capítulo 109

No andar de cima, Evaldo levou Pâmela para o quarto e a colocou na cama.

Assim que a deitou, Pâmela, com os olhos turvos de embriaguez, agarrou a gola dele e o puxou. Evaldo, ainda instável, caiu sobre ela.

Os dois se abraçaram completamente.

Os lábios de Pâmela roçaram suavemente a orelha dele.

— Já vai? Não sou bonita?

Bonita, claro que era bonita!

Na primeira vez que Evaldo viu Pâmela pessoalmente, ela não usava maquiagem alguma, seu rosto estava nu, mas ainda assim o surpreendeu.

A provocação de Pâmela era algo que Evaldo simplesmente não conseguia resistir.

A respiração quente e intensa em sua orelha era como um fogo que fazia seu sangue ferver loucamente.

Evaldo sentia a boca seca, como alguém que caminhou no deserto por meio mês.

Ele também queria se aproximar, mas o último resquício de sanidade o conteve.

— O quanto ela bebeu, afinal?

Sérgio subiu correndo. Ao ver a cena, ele estava prestes a recuar, mas primeiro teve que responder.

— Ouvi dizer que foi apenas uma taça.

Evaldo percebeu a gravidade da situação.

Pâmela não ficaria assim com apenas uma taça de vinho.

No início, ele estava preocupado com o fato de ela beber por causa de sua doença, pois ainda tomava medicamentos para controlar sua condição.

Ele pensou que ela não estava cuidando de si mesma, mas uma taça não seria tão grave.

Mas ficar naquele estado com apenas uma taça significava que algo havia sido colocado em sua bebida.

Evaldo se afastou um pouco, pegou o cobertor e enrolou Pâmela como um casulo.

Então, ele ordenou.

— Chame um médico.

Havia médicos de plantão na mansão durante a noite. Ao ouvir isso, Sérgio ficou chocado por um momento.

— Será que havia algo estranho na bebida da Sra. Castro?

Evaldo explodiu de raiva.

— Já sabe, por que não vai logo?

Sérgio nem esperou o elevador, desceu correndo as escadas para chamar o médico.

Quando o médico chegou e examinou a condição de Pâmela, ele rapidamente administrou uma injeção para tratar os sintomas.

Ele também instruiu uma empregada a dar-lhe bastante água.

Ao ver Pâmela se acalmar, Evaldo finalmente se sentou na poltrona ao lado.

Nesse momento, ele cruzou as pernas instintivamente, e ninguém notou qualquer anormalidade em seu comportamento.

Seus olhos ardiam de fogo.

Ele perguntou com raiva.

— Por que você não foi com ela?

Sérgio ficou parado como uma criança que fez algo errado, de cabeça baixa.

— Senhor, eu pensei que nada aconteceria com Melissa a acompanhando e o Sr. Lacerda também presente.

Evaldo perguntou.

— E o Beto?

Sérgio respondeu.

— O Sr. Lacerda também saiu mais cedo. Ele deve ter bebido bastante.

Evaldo disse.

— Eu pedi para vocês cuidarem de uma pessoa e vocês não conseguem?

Sérgio respondeu.

— Senhor, realmente não é nossa culpa. Ninguém poderia imaginar. A Sra. Castro geralmente não bebe. Hoje foi por causa de um acidente...

Capítulo 109 1

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