Allan olhou para Roberta com um sorriso sarcástico:
— O que foi? A grande senhora Gattas agora tem o hábito de bisbilhotar atrás das portas?
Roberta virou o rosto, desviando o olhar:
— Quem disse que eu estava bisbilhotando? E mesmo se estivesse, o que eu teria ouvido?
— Eu só vim trazer uns papéis para você assinar. Seu escritório estava vazio, e o secretário me disse que você estaria aqui. Foi por isso que eu vim.
— Vocês três trancados aí, cochichando. Nem escutaram quando eu bati na porta. Sabe-se lá o que estavam tramando.
Allan se aproximou um pouco mais e murmurou, ameaçador:
— O que estamos tramando? Roberta, é bom que você consiga arrancar uma bela grana de Sandro no divórcio.
— Porque o que estamos tramando é expulsar você e a sua mãe do Grupo Castro para dormirem debaixo da ponte.
Roberta estremeceu, e seu rosto rapidamente foi tomado pela raiva:
— O que você quer dizer com isso, Allan?
Ronaldo lançou um olhar frio para a cena e foi embora sem dizer nada. Ele também se dedicaria à investigação para conseguir uma resposta em três dias. Só assim teriam a moral necessária para pedir as parcerias a Pâmela.
Sem paciência para lidar com Roberta, Allan simplesmente passou direto por ela.
Depois de dar alguns passos, parou, viu que ela continuava plantada no lugar, e gritou:
— Não queria a minha assinatura? O que está esperando?
Roberta rangeu os dentes e o seguiu até o escritório dele.
Assim que entraram e ela fechou a porta, sua expressão mudou drasticamente. Com ódio na voz, disparou:
— Que loucura é essa agora, Allan?
— Este é o meu segundo dia de trabalho aqui. Eu por acaso te fiz alguma coisa?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...