Luana Barbosa voltou para sua mansão no subúrbio com o rosto sombrio.
O segurança se aproximou imediatamente, baixando a cabeça em sinal de desculpa.
— Desculpe, Sra. Bar...
*Tapa!*
Luana Barbosa lhe deu um tapa no rosto, gritando:
— Idiotas! Como vocês deixaram isso acontecer?! Vão procurá-lo agora!
— Já enviamos drones para procurá-lo. Fique tranquila, Diretora Barbosa, com certeza o encontraremos.
Em uma colina selvagem, a mais de dez quilômetros da mansão.
O assassino apertou o gatilho. A bala saiu do cano, voando em alta velocidade em direção a Plínio Ramos, que tinha os olhos vermelhos e a boca ensanguentada.
Com uma velocidade incrível, Plínio Ramos desviou da bala.
— Ah! — Um grito de dor. O assassino que atirou foi derrubado por Plínio Ramos, que cravou os dentes em seu pescoço, jorrando sangue.
— Alan!
— Chefe, fuja! Ele não é humano!
Quando os homens de Luana Barbosa encontraram Plínio Ramos, ele havia desfigurado o assassino a mordidas, deixando-o irreconhecível.
Enquanto isso, o chefe dos assassinos, que conseguiu escapar, voltou para seu esconderijo e rapidamente pegou álcool para derramar sobre as costas da mão arranhada.
Depois de desinfetar o ferimento, ele acessou o painel da dark web.
Nesse momento, na Secretaria de Segurança Pública Municipal.
Assim que a equipe de Ivan Cardoso recebeu a notícia, eles entraram em ação.
Mas como não sabiam a localização exata de onde Plínio Ramos estava preso, só puderam enviar homens para seguir Luana Barbosa.
Depois de encontrar a mansão, eles enviariam outra equipe para procurar Plínio Ramos.
Chegaram um passo atrás de Luana Barbosa.
Plínio Ramos já havia sido levado secretamente por ela.
Ivan Cardoso convocou imediatamente uma reunião de emergência. Como o assunto envolvia o medicamento, Maria Gomes também estava presente.
Somente depois da reunião ela viu que havia uma mensagem no painel da dark web.
Ela trocou de rede e foi ao banheiro para abrir a mensagem.
Senhor Assassino: [Desculpe, meu estimado Deus, a missão de limpeza falhou.]
Ao ler a mensagem, Maria Gomes imediatamente pensou na notícia que Ivan Cardoso trouxera.
Plínio Ramos havia escapado.
E o assassino o encontrou, seria isso?
Claro, isso era apenas uma suposição de Maria Gomes.
O ideal seria capturar Plínio Ramos e levá-lo ao laboratório para dissecação e estudo.
Maria Gomes relatou essa informação imediatamente.
No dia seguinte, a amostra veio até eles por vontade própria.
A história começou assim.
Maria Gomes, exausta no laboratório, recebeu um telefonema.
— Veterana, me ajude. — A voz do outro lado parecia à beira das lágrimas.
A ligação era de sua pequena caloura, Helena Almeida, a discípula mais nova e sobrinha de Marina Otávio.
— Veterana, tenho um paciente aqui que não consigo resolver, e não consigo contatar a professora. Veterana, você pode vir dar uma olhada? Por favor, eu te imploro.
A voz de Helena Almeida era tão lamentável e sua identidade tão especial que Maria Gomes não podia ignorá-la.
Além disso, Maria Gomes estava empacada no experimento, sem ideias.
Então, ela concordou, decidindo sair para respirar ar fresco e espairecer.
Cidade R, Hospital São Horizonte, onde Helena Almeida fazia seu estágio.
Assim que Maria Gomes entrou no quarto, ficou chocada com a cena.
Helena Almeida não estava chorando por não conseguir curar o paciente, mas porque tinha uma arma apontada para sua cabeça.

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