Daniela desviou o olhar, evitando continuar encarando Victor.
— Daniela, eu vou indo. Descanse um pouco, mesmo que sejam só uns dez minutos, você já vai se sentir melhor.
Victor sabia que o coração dela não estava aberto para o amor no momento, então decidiu não insistir no assunto.
— Tudo bem, eu te acompanho até a saída.
— Não precisa. Se você me acompanhar, eu vou me preocupar com você, aí vou querer te levar de volta, e você vai me acompanhar de novo, e a gente vai ficar nessa até o tempo acabar. Eu conheço esse lugar tão bem quanto a minha própria empresa, consigo achar a saída de olhos fechados. Não se incomode.
Daniela riu e cedeu: — Certo, então te acompanho até o elevador.
Diante disso, Victor não a impediu e deixou que ela fosse com ele até a porta do elevador.
As portas se abriram, Victor entrou na cabine, virou-se e acenou para ela.
Após a partida dele, Daniela voltou para a sua sala e fechou a porta.
O escritório dela não era tão amplo quanto o de grandes executivos como Francisco. Contava apenas com uma pequena copa e não possuía uma sala de descanso.
Se ela quisesse tirar um cochilo após o almoço, teria que se debruçar sobre a mesa ou se deitar um pouco no sofá de visitas.
O tempo que restava não era longo, então Daniela escolheu encostar a cabeça na mesa para descansar.
O cansaço a dominava, e ela não demorou a adormecer.
Dormiu por cerca de vinte minutos e só acordou ao ouvir batidas na porta.
Ainda bem que havia dormido na própria mesa; ao acordar, já estava no seu posto de trabalho.
A sua secretária entrou na sala.
— Senhora Daniela, o Senhor Pinto está aqui.
Daniela franziu o cenho. O Francisco não a deixava em paz, logo no começo da tarde ele já estava ali novamente.
— Senhora Daniela, não é aquele Senhor Pinto. É o Senhor Pinto da Empresa de Entretenimento Pinto.
A secretária explicou.
Thiago?

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