Ao ouvirem isso, Quirino Monteiro e sua esposa também ficaram em silêncio.
De fato, eles haviam voltado mais cedo. Se nem a sobrinha sabia, como Francisco Pinto, o ex-marido da sobrinha, poderia saber?
Se fosse uma coincidência, seria coincidência demais, não é?
Assim que os três saíram, ouviram o chamado de Francisco. Ele estava parado na saída com quatro guarda-costas, e sua figura alta e bonita se destacava na multidão.
Ele acenou para os três.
Quando eles se aproximaram, Francisco avançou e pegou as duas malas das mãos da ex-sogra.
— Mãe, deixe comigo.
Seus guarda-costas também agiram imediatamente, pegando as malas das mãos de Quirino e sua esposa, e até mesmo as malas que estavam com Francisco foram assumidas por eles.
Eles estavam acompanhando o patrão ao aeroporto para buscar pessoas, como poderiam deixá-lo carregar a bagagem?
Com as mãos livres, Francisco foi ajudar a ex-sogra a tirar a mochila das costas, dizendo:
— Mãe, como vocês três trouxeram tanta bagagem?
— Antes de voltar, passamos dois dias fazendo compras. Queríamos trazer um pouco de tudo que víamos, e acabamos comprando demais. Não cabia nas malas, então tivemos que comprar mais algumas para trazer tudo.
— Vocês poderiam ter enviado por transportadora.
Francisco sorriu:
— Seria menos cansativo. Quando vocês chegassem, a encomenda também já estaria quase chegando.
— Nós só queríamos trazer tudo no voo. Chegamos nós e chegam as coisas, sem precisar esperar pela transportadora.
Wilma Monteiro lembrou a Francisco: — Francisco, de agora em diante, pode me chamar apenas de Dona Wilma. Não me chame mais de mãe. Você e a Daniela já se divorciaram, não é apropriado que continue me chamando assim.
Francisco apertou os lábios e disse:


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