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Amor! Me Deixa Explicar! romance Capítulo 744

Grupo Vieira.

Assim que Wilson saiu do elevador, sua bela secretária veio recebê-lo.

— Senhor Vieira.

A voz da secretária era doce. Ao ouvir aquele tom melodioso, Wilson sentiu os ossos amolecerem. Ele abriu os braços e a puxou pela cintura.

Empurrando-a contra a parede, inclinou-se e beijou seus lábios vermelhos.

Após um beijo ardente, quando a mão de Wilson estava prestes a explorar o decote da secretária, ela prontamente segurou sua mão atrevida e sorriu com charme: — Senhor Vieira, estamos na empresa.

— Vamos com calma, não podemos abusar. Se alguém nos vir e a notícia chegar aos ouvidos da sua esposa, estarei arruinada. Ela é uma verdadeira fera.

Wilson ainda apalpou-a mais uma vez antes de se dar por satisfeito.

Ele e a secretária caminharam de braços dados em direção ao escritório dele.

— Senti tanto a sua falta. Passamos apenas uma noite separados e já estava morrendo de saudade.

A secretária riu suavemente: — O que foi? A fera da sua casa não te satisfez? Como você ainda tem ânimo para pensar em mim?

— Ela está muito carente hoje. Quase fui esgotado por ela.

Naquela manhã, o casal já havia tido relações duas vezes.

No passado, era sempre ele quem buscava prazer, mas hoje fora Cíntia quem o quis. Se ele não tivesse reclamado de cansaço e que precisava trabalhar, Cíntia teria tentado uma terceira vez.

Na percepção dele, Cíntia estava desesperada para engravidar. Ela estava no seu período fértil, o que aumentava as chances de concepção.

A secretária bufou friamente: — Ela só quer esgotar você para que não tenha energia para traí-la lá fora.

— Não é isso, ela está ansiosa para engravidar. Estes dias são o período de maior risco dela e nós realmente precisamos de um filho. Da última vez que ela conseguiu engravidar, fiquei radiante de alegria, mas não durou nem dois dias antes do feto parar de se desenvolver e resultar num aborto.

Francisco estava sentado no sofá da área de recepção. Recostado, segurava um cigarro na mão direita enquanto fumava.

Wilson fechou a porta, caminhou diretamente até ele e sentou-se ao seu lado. Inclinando a cabeça, observou Francisco e brincou: — Que vento trouxe o Presidente Pinto até aqui hoje?

— Achei que o Presidente Pinto estivesse tão ocupado correndo atrás da ex-mulher que já tivesse se esquecido dos velhos amigos.

— Fumando tanto assim? Você quase não fuma, não é? O que foi, a sua ex-mulher te deu um gelo e você não suportou ficar dando murro em ponta de faca?

Francisco não respondeu de imediato. Terminou o cigarro que estava em sua mão antes de perguntar a Wilson: — Você bebeu muito ontem à noite?

— Como você sabe?

— Ficou muito bêbado? Ou só um pouco alto? Você brigou com a Cíntia?

Wilson franziu a testa: — Francisco, quem te disse que eu estava bêbado? Por que eu brigaria com a Cíntia? Você veio até aqui hoje só para perguntar isso?

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