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Amor! Me Deixa Explicar! romance Capítulo 725

— A mulher do amigo é sagrada. Ele e eu fomos grandes amigos, fomos como irmãos. Um cara que cobiça a mulher do próprio amigo, você acha que ele é flor que se cheire?

Victor deu uma risada seca:

— Francisco, se você apontar qualquer outro defeito meu, talvez eu não consiga rebater, mas me acusar de cobiçar a mulher do meu amigo... Qualquer um pode dizer isso de mim, menos você.

— Não se esqueça de que você também é desse tipo. Por quantos anos você cobiçou a Cíntia? Cíntia não era a mulher do seu grande amigo?

— Você mesmo é assim e ainda tem a cara de pau de falar de mim.

Francisco: — ... Eu, eu já comecei a deixar isso para trás. Não cobiço mais a mulher dos outros, só quero a minha própria esposa de volta.

Ele estendeu a mão, segurou a de Daniela e tentou persuadi-la com voz suave:

— Daniela, escute-me. Venha comigo. Digo, deixe-me levá-la para casa. Afinal, somos vizinhos e o meu caminho é o mais prático.

— Além disso, foi por minha causa que você virou alvo desses criminosos. É meu dever te proteger. A partir de hoje, vou te levar e buscar no trabalho. Se eu não puder, peço aos guarda-costas para fazerem isso.

— Você não vai precisar pagar o salário dos guarda-costas que eu arranjar. É a minha obrigação, pois fui eu que te envolvi nisso tudo.

Dito isso, ele fez um movimento para puxar Daniela para dentro do carro.

A Daniela sacudiu a mão com força, se soltou e disse aos dois, já de cabeça quente:

— Parem de brigar vocês dois. Não precisam ficar aqui trocando acusações e expondo os podres um do outro. Eu não vou entrar no carro de nenhum de vocês.

Ela os deixou para trás e saiu da cafeteria.

Os dois imediatamente correram atrás dela.

— Daniela, nós não vamos mais brigar. Eu faço o que você quiser, só não fique brava, ok? Já está tarde, vai ser difícil conseguir um carro por aplicativo, e ir de moto elétrica não é seguro. Deixe-me te levar.

Francisco a seguia de perto, passo a passo.

— O que foi? Pode falar, ajudo no que puder. Somos amigas, não precisa de tanta cerimônia comigo.

— Acabei de sair daqui e estou prestes a ir para casa — disse Daniela. — Francisco e Victor estão aqui, e os dois estão brigando para me levar. Estão me dando dor de cabeça. Não quero ir no carro de nenhum deles. Se for possível, você poderia providenciar um carro para mim? Eu não tenho condições de dirigir hoje.

Elisa riu e perguntou:

— Eles saíram no soco? Se estiverem brigando, eu vou para aí agora mesmo, nós compramos dois sacos de pipoca, sentamos e ficamos assistindo eles se baterem.

Daniela: — ...

— Acho que eles não ousariam brigar na sua frente. Depois que você deu aquela bronca neles, os dois têm medo de te deixar irritada. Certo, vou pedir ao meu motorista para ir te buscar. Pode esperar por ele aí na loja.

A própria Elisa já havia bebido em compromissos de negócios, então não podia ir buscá-la. Mas ela tinha dois motoristas e planejava enviar um deles para levar Daniela para casa em segurança.

Daniela agradeceu repetidas vezes.

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