— Que porra de herdeira... você é uma vadia. Dorme com um e seduz outro. É uma sem-vergonha, roubando até o marido da cunhada.
Cíntia ficou com o rosto vermelho de raiva.
— Conheço Francisco há quase trinta anos. Daniela é que chegou depois. Francisco e eu crescemos juntos, somos melhores amigos e confidentes. Nossa relação é puramente inocente.
— Suma! Suma daqui agora!
Giovana arrastou sua mala para entrar novamente. Cíntia abriu os braços para bloqueá-la, impedindo sua entrada.
— Saia da frente!
Giovana empurrou Cíntia com força, sem cerimônia. Quando o mordomo avançou para ajudar Cíntia, ela deu um chute nele, fazendo-o recuar alguns passos e cair sentado no chão.
— Não é da conta de vocês. Se não quiserem perder o emprego, saiam da frente!
Giovana advertiu o mordomo:
— Em breve, serei a dona desta casa. Se ousarem ajudar essa vagabunda a me dificultar as coisas, quando eu me casar e entrar aqui, demito todos vocês!
Mesmo que essas pessoas não ajudassem Cíntia a dificultar as coisas, quando ela assumisse o posto, trocaria todos os empregados da Família Vieira.
Trocaria por gente de sua confiança, que seria mais fácil de comandar.
O comando da casa da Família Vieira seria dela, com certeza!
— Fora! Saia daqui, velha vagabunda, sua biscate! Se invadir minha casa de novo, chamo a polícia.
Cíntia, após ser empurrada, voltou para puxar Giovana.
As duas entraram em confronto físico novamente.
Sem a ajuda do mordomo, Cíntia não era páreo para Giovana e logo ficou em desvantagem.
Desta vez, Giovana não bateu em seu rosto, focou em rasgar as roupas de Cíntia e puxar seu cabelo. Cíntia tinha que se defender e ao mesmo tempo segurar suas roupas, soltando gritos agudos de vez em quando.


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