— Fechado. E se você perder, não tente dar para trás.
Ema sorriu suavemente e caminhou com total confiança na direção dos homens. Zenobia estava um pouco nervosa; ela não sabia exatamente qual era a carta na manga de Ema, mas a acompanhou mesmo assim.
Ema disse baixinho:
— Viu só? É o Henrique.
— Nossa, Ema! Quando você me deu aquele olhar, achei que ia usar seu charme pessoal irresistível para conquistar aqueles caras.
Ema respondeu aos risos:
— Com a nossa idade? Onde é que eu arrumaria tanto charme assim?
— Que nada, você é cheia de charme.
— Tá bom, tá bom. Você também não fica atrás.
As duas chegaram rindo e brincando perto dos homens. Ema tirou os óculos escuros e limpou a garganta:
— Sr. Sousa, há quanto tempo.
Quando Henrique viu Ema, um brilho de deslumbre passou por seus olhos. Ele rapidamente soltou o taco e se aproximou:
— Ema?! O que faz por aqui? Venha, sente-se. Estes são alguns amigos meus, vou apresentá-los a você.
Ema acenou com a mão negativamente:
— Não vou sentar, preciso falar com você.
Ema trocou algumas palavras cordiais com os outros três homens e em seguida disse:
— Vê aquela garotinha ali longe? Eu fiz uma aposta com ela.
Henrique sorriu levemente:
— Apostou o quê?
Ema explicou a situação brevemente e Henrique assentiu:
— Isso é fácil, apenas observe e veja como se faz.
Após dizer isso, Henrique virou-se para os outros três:

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