Na manhã seguinte.
Ema e Zenobia Duarte chegaram ao balcão que vendia joias de jade no shopping.
Ema parou em frente ao balcão e disse à vendedora com uma voz fria e severa:
— Chame o seu gerente, Osvaldo Barros.
A vendedora olhou para as duas, notou que suas expressões não eram nada amigáveis e que não pareciam estar ali para comprar nada. Ela assentiu e saiu apressada.
Pouco tempo depois, o tal Osvaldo se aproximou. Ao ver Ema, ele a recebeu com um sorriso no rosto:
— Ora, se não é a Srta. Ema Amorim. O que deseja escolher hoje?
Ema, com o rosto sério, bateu a caixa da estatueta de jade com força sobre o balcão de vidro:
— Osvaldo, como você explica isso?!
Osvaldo franziu a testa.
— O que foi?
Enquanto falava, pegou a caixa e a abriu. Uma expressão de choque tomou conta de seu rosto, e ele disse apressadamente:
— Nossa, o que aconteceu aqui? Como isso foi rachar?!
O coração de Osvaldo deu um salto no peito, mas, em apenas um instante, ele forçou-se a recuperar a calma.
Seu rosto ainda mantinha a expressão de choque, mas um brilho de astúcia quase imperceptível passou por seus olhos.
Osvaldo levantou levemente a cabeça, encontrou o olhar furioso de Ema e falou com um tom cheio de dúvida e inocência:

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