- Hum... Tenho uma médica que fugiu da faculdade aqui! – Provocou, me puxando de encontro ao seu corpo.
Ah, Gabe, você pensa que me usa... Mas eu que uso todinho o seu corpo! Só me deixe usar o seu coração e eu garanto que ficaremos bem.
Passei a mão no seu peito, sentindo os pingos refrescantes de água que caíam de seus cabelos, me excitando completamente. Nossos olhos se encontraram e peguei uma de suas mãos, levando ao meu pescoço.
- Sabe o que fazer, marido! – Mordi o lábio.
Gabe me pegou pelo pescoço e jogou-me na cama, com voracidade. Pôs o corpo sobre o meu e retirou a toalha, tocando longe. Em seguida, com a mão livre, passeou os dedos pelo meu corpo, sem pressa. E depois beijou cada centímetro por onde os dedos passaram.
Deixando de lado o doce Gabe, me puxou com uma só mão, obrigando-me a ficar de quatro. Abriu os cordões laterais da parte de baixo do biquini e apertou minha bunda, levando-a de encontro ao seu pau completamente duro.
- Vai, Gabe! – Implorei, sentindo minha boceta latejar.
- Você está muito branquinha, Chuchu! – Alisou minha bunda lentamente.
- Vou tomar mais sol.
- Não precisa de sol... Precisa das marcas dos meus dedos... – Provocou, com a voz baixa, quase num sussurro.
- B**e! – Concordei – Mas só se for com força.
- Tem alguma coisa que você não toparia? – Quis saber e não sei se eu deveria me preocupar com a pergunta. Mas tratei de responder:
- Talvez algum dia, quando você implorar, eu não tope um beijo.
Ele riu, de forma divertida, apertando minha bunda com força, fazendo-me gemer.
- Este dia nunca vai chegar, Chuchu... Não tenho interesse na sua boca.
- Quando decidir me beijar, vou mordê-lo com força. Será o seu primeiro castigo. E depois se arrastará aos meus pés. E deixarei que beije minha boceta, mas não a minha boca.
- Estou seguro quanto à mordida... E consequentemente o resto tudo. Não me beijaria a força, não é mesmo, Chuchu?
- Não... De forma alguma. Você vai pedir o primeiro beijo.
- Desde quando você dita as regras neste relacionamento?
- Desde que você falou a palavra “relacionamento”, que até então eu achava que não existia. – Ri.
- Foda-se, minha vadia!
- Neste caso, seu pedido é uma ordem. – Sorri e passei a fazer movimentos circulares no meu clitóris.
- Ah, porra do caralho! Você me enlouquece... Me mata de tesão, Chuchu.
Depois de dizer aquilo, Gabe deu uma palmada na minha bunda, com tanta força que me fez quase deitar na cama. Sorri e gemi, agora deixando que dois dedos invadissem minha boceta.
Gabe deu-me outra palmada, desta vez mais fraca. Depois pegou minha mão e levou o braço para trás, chupando meus dedos.
- Você não é insípida, Chuchu!

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