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A DOCE VINGANÇA DO CEO SEM CORAÇÃO - IMPÉRIO CLIFFORD I romance Capítulo 55

Gabe apertou meu pescoço, com os olhos fixos nos meus e aos poucos os dedos foram afrouxando e descendo ao longo do meu corpo, em câmera lenta, minha pele arrepiando-se a cada centímetro que ele percorria.

- A melhor coisa da vida é dizer “não” para você, Chuchu! – recitou de sensual.

- Diga não... Me beijando... – Implorei.

- Isto, implore, Chuchu... Implore por um beijo... Que jamais terá...

- Quero sua língua... – choraminguei.

Gabe levantou as mãos e me encarou, com um sorriso safado e de certa forma cruel. Imaginei que fosse sair dali e me deixar naquele estado, queimando a ponto de incendiar o quarto inteiro. Ele sabia meu ponto fraco, que era querer ser sua.

Dobrei as pernas, pondo meus pés para cima do colchão novamente. Suspirei, incerta sobre como seria dali por diante, nós dois completamente nus sendo que nenhum dos dois se movia, num jogo de olhares tórridos, como se fosse uma competição de quem aguentava mais tempo.

- Caso decida... Continuar... – engoli em seco – Seja gentil, por favor... Porque... Eu nunca fiz isto antes.

- Foda-se! – Gabe ajoelhou-se em segundos e passou a língua na minha boceta, por toda sua extensão, saboreando cada pedacinho do que talvez eu tenha guardado para ele a minha vida inteira.

Nunca senti algo tão forte na vida. Arqueei as costas, como se estivesse em transe, a luminosidade do lugar parecendo intensa a ponto de me cegar aquela única lâmpada do abajur. Agarrei-me aos lençóis, gemendo não só pela garganta, mas também pela boceta, que implorava por mais e mais... E ainda mais.

- Goza, Chuchu! Goza na minha língua! Me prove que você não é insípida, já que inodora eu já constatei que não é... Porque você cheira a sexo, a prazer... – a língua fez movimentos circulares no meu clitóris - Seu gosto é doce... A ponto de me viciar.

- Vicie em mim, Gabe... – minha voz mal saiu, meus olhos estavam incertos se ainda conseguiam se manter abertos e ter a visão da cabeça do meu marido entre minhas pernas ou preferiam fechar-se e ficar naquele mundo desconhecido no qual eu entrava e não queria nunca mais sair.

Meu corpo foi tomado por algo avassalador, que pareceu levar toda minha sanidade, alma e sangue. Estremeci... Morri... Mas passava bem como nunca antes estive.

O coração palpitava, não só no coração, mas também na boceta. E tudo girava ao meu redor... Me trazendo a melhor sensação da vida.

Gozei pela primeira vez para um homem. Gozei na língua do meu marido.

Não tive muito tempo para pensar. Gabe me pôs de bruços sobre a cama e com suas pernas abriu as minhas, os dedos enlaçando os meus, elevando minhas mãos até a cabeceira da cama. Senti seu pau na entrada da minha boceta, incerta de como seria aquele momento. Alguns diziam que doíam, outros que não.

Na infância eu ouvia gemidos e gritos vindos do quarto não só da minha mãe, mas das outras casas onde eu ficava e as mulheres também se prostituíam. Na minha inocência achava que aqueles homens as maltratavam. E alguns realmente faziam aquilo. Um pouco antes de completar 10 anos de idade minha mãe sentou-me na minha frente e me explicou o que era sexo. E tudo sobre como não engravidar. E disse: “É bom pra caralho e use a seu favor. Seja boa de cama e terá tudo dos homens.”

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