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A DOCE VINGANÇA DO CEO SEM CORAÇÃO - IMPÉRIO CLIFFORD I romance Capítulo 167

Sentir a língua de Olívia na minha era como uma dose mortal de veneno... Veneno à alma. Aquela mulher conseguia fazer com cada gota do meu sangue se movesse por ela, com que cada batida do meu coração acontecesse por sua causa.

Puxei-a pela cintura, que notei estar mais fina, e trouxe-a para junto de mim, fazendo com que nossos corpos se tornassem um só. Meu pau simplesmente tomou vida própria, o que eu já sabia que acontecia sempre que ele se aproximava de sua dona.

Eu não sabia onde tocá-la: cintura, a mantendo junto de mim, bunda, para matar a saudade de tanto tempo, costas, já que adorava sentir a sua cicatriz, o que me dava a certeza de que aquilo nunca mais aconteceria, porque ela estava comigo... Por fim decidi tudo ao mesmo tempo: apertei sua bunda, sentindo sob o tecido fino do vestido de tule sua pele arrepiada e depois subi pelas costas, alisando-a.

Quando alcancei sua nuca, apertei-a, aprofundando ainda mais o nosso beijo violento, agressivo e totalmente apaixonado. Ela me devorava como se não comesse há dias, como se não beijasse há anos.

Encerrado o beijo, meio que por necessidade para podermos respirar, ela ficou na ponta dos pés e deu-me um beijo rápido nos lábios, o que se chamava de selinho, que na prática eu não conhecia.

A encarei, confuso com a sua atitude, ao passo que recebi um sorriso divertido:

- Eu sempre quis fazer isto!

- Me beijar? – Brinquei.

- Dar um selinho nos seus lábios.

- Ah... Fique à vontade – aproximei o rosto do dela, que me enlaçou pelo pescoço, enchendo-me de beijos rápidos pelos lábios, bochecha, pescoço, queixo...

A levantei do chão e fui andando com ela junto de mim, sabendo que seus pés estavam no ar. Chuchu não recusou sair comigo dali, para onde quer que eu a levasse.

No meio da multidão, olhei ao redor tentando pensar num lugar para transar com minha mulher.

- Me come, Gabe! – ela disse de forma provocante, mordendo o lóbulo de minha orelha.

- Caralho, meu pau não vai aguentar chegar num Motel! – confessei num sussurro no seu ouvido.

- Banheiro! – Sugeriu.

Banheiro! Ok, eu nunca tinha feito aquilo. Mas esperar o que se eu estava com chuchu? Com ela tudo era diferente e eu sabia que ainda teria muitas coisas novas a experienciar.

Fui levando-a em meio à multidão, grudada a mim. E ela só não estava sendo um polvo porque certamente algo em sua roupa a impedia, já que se moldava perfeitamente ao meu corpo quando não queria que eu a soltasse.

Abri a porta do banheiro masculino, incerto sobre botar chuchu lá para dentro, na vista de outros homens. Foi quando ela se soltou de mim e pegou-me pela mão, abrindo uma porta e me puxando para dentro.

- Saída de emergência? – Franzi a testa, rindo.

- Pare de falar, Gabe... – ela disse enquanto levantava o vestido cheio de rendas e camadas estranhas – E me fode, porra!

Olívia baixou a calcinha com facilidade, jogando para o lado com o salto do sapato. Assim que vi a lingerie rendada branca pus minha mão em seu pescoço e a levei até a parede, apertando-o enquanto perguntava, sem me conter, entredentes:

- Foderia com ele? – Referi-me ao meu irmão e esperava que ela soubesse.

- Sim! – Ela sorriu de forma provocante.

- A verdade! – Fiquei furioso.

- Sempre!

- Sempre a verdade?

- Eu foderia com ele sempre! – Mordeu o lábio, me deixando louco.

- Mato você agora ou depois?

- Depois que me foder... Porque eu não aguento mais de vontade de tê-lo dentro de mim! Faz semanas que não transo... E estou muito necessitada.

Apertei seu pescoço enquanto ela seguia sorrindo de forma lasciva, do jeito que eu gostava, fazendo com que meu pau quase me traísse e gozasse na cueca. Enquanto eu seguia com meu ciúme, naquele joguinho tão nosso que me deixava zonzo de tanto desejo, chuchu foi desafivelando meu cinto e descendo minha calça, com habilidade.

Soltei seu pescoço enquanto ela me encarava de forma petulante, masturbando-me com tanta força que chegava a doer.

Tentei beijá-la e com a mão livre Olívia impediu-me de me aproximar, perguntando:

- Com quantas mulheres transou neste tempo que estivemos separados?

Fiquei pensando, contando mentalmente, sentindo-a me apertar com tanta força que soltei um gemido:

- Porra!

- Resposta errada – puxou-me pela gola, virando meu rosto e chupando meu pescoço, deixando sua marca.

- Se eu disser nenhuma, você me chupa? – emaranhei meus dedos nos cabelos dela, puxando-os com força até que seu rosto ficasse virado para mim, o queixo na minha altura, o qual mordi delicadamente.

- Independente da sua resposta, vou chupá-lo... Porque minha boca sentiu saudade do seu pau. – Fez beicinho.

- Vadia! – Puxei seu cabelo com força.

- A sua vadia...

A empurrei com força para baixo, forçando-a a se ajoelhar. Minha mulher gostava que eu ditasse as regras naquele jogo, que a dominasse feito um animal que enclausura sua presa. Mas eu ainda a ensinaria a fazer amor, algo que ela certamente não sabia ainda.

Olívia pôs meu pau inteiro na boca, forçando-me a soltar um gemido que não consegui conter, quase um grito. Eu não precisei forçar-me dentro dela, já que por si só recostou a cabeça na parede, esperando que eu fodesse sua boquinha pequena e quente, perfeita, do tamanho exato do meu pau, ou melhor, quem visse de fora não acreditaria que eu caberia nela, mas chuchu fazia entrar, nem que chegasse na sua garganta.

Segurei seus cabelos e me enfiei dentro da cavidade morna e convidativa. Meu pau não resistiria muito tempo. Então fodi sua boca com força, do jeito que ela gostava, até que seus olhos lacrimejassem. Quando Olívia percebeu que eu iria gozar, já sabendo exatamente como e quando seria, empurrou-me e pôs a língua para fora, amparando toda minha porra quente enquanto me encarava como a boa puta que era, que me enlouquecia dentro e fora da cama, que tomava conta do meu coração, do meu cérebro, do meu corpo e da minha alma.

Esperou até que eu jorrasse a última gota, enquanto batia meu pau na sua língua e então engoliu tudo, como uma boa menina! A puxei na minha direção, levantando-a do chão e então chuchu pulou no meu colo, envolvendo-me como o polvo que tanto senti saudade, me deixando tão em posse dela que parecia ter dez braços e vinte pernas.

Ela pôs a língua para fora, provocante. Primeiro acariciei a língua de Olívia com a minha, sentindo a maciez morna, provando o meu gosto ainda nela. Depois chupei sem pressa, fazendo questão de não deixar vestígio nenhum do que eu tinha jorrado em sua boquinha linda.

- Ficou com alguém neste tempo? – Perguntou, com os olhos nos meus.

- Não! E nem paguei ninguém para fingir que tinha algo comigo! – sorri.

- E a mulher que estava com você?

- Amiga da acompanhante de Rael. A conheci aqui. Mas sequer lembro o nome dela.

- Por que veio na Babilônia? Há quanto tempo vem aqui?

- Eu vim porque queria muito conhecer a saída de emergência... Me disseram que era a melhor experiência da vida.

- A verdade, Gabe Clifford! – Disse de forma séria.

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