Eu não queria perder tempo, eu queria esquentar o clima antes mesmo de chegarmos no apartamento, então eu a segurei pela cintura e a beijei e ela retribuiu envolvendo os braços dela por cima dos meus ombros.
O beijo dela era quente e afrodisíaco, e como eu estava necessitado, fiquei imediatamente de pênis duro.
Quando finalmente chegamos ao andar do apartamento, eu abri a porta com uma certa dificuldade, eu estava nervoso e visivelmente maluco pra foder a Fernanda.
Eu abri a porta, e não deu tempo nem de eu apresentar o apartamento pra ela, como um cavalheiro faria, ela foi logo me agarrando e demonstrando que estava tão a fim de transar quanto eu.
Eu tirei a blusa dela, e ela tirou a minha, eu comecei a beijar o pescoço dela, enquanto ela apertava as minhas costas, uma coisa era certa, nós tínhamos muita química.
Eu a carreguei pro quarto, deitei ela na cama e tirei a saia dela, nossas respirações estavam ofegantes, mas o nosso desejo era coisa de outro mundo.
Eu tirei a minha calça, depois tirei as minha cueca e subi em cima dela, ela mesma retirou o sutiã, revelando os seios fartos dela.
Nós voltamos a nos beijar enquanto ela deslizava as mãos até a minha bunda, eu desci o beijo até os seios dela e comecei a chupá-los, era delicioso ouvir os gemidos dela totalmente entregue ao prazer da minha língua.
Eu desci a minha mão até a calcinha dela, e comecei a alisar a vagina dela por cima da calcinha, ela estava molhada, e isso me deixou ainda mais maluco.
Eu me levantei, peguei um preservativo e coloquei no meu pênis, enquanto eu era devorado pelo olhar faminto dela.
Eu tirei a calcinha dela e voltei a subir nela e a penetrei, e ela soltou um gemido baixinho, mas o suficiente pra me fazer continuar metendo nela cada vez mais forte.
Eu voltei a devorar os seios dela, enquanto a penetrava, e os gemidos dela ficaram cada vez mais fortes e mais intensos.
Eu levantei as duas pernas dela pra cima, e consegui penetrar ela ainda mais fundo, e foi a minha vez de grunhir, ela me fez esquecer totalmente dos meus problemas, tudo o que importava era os gritos dela de prazer misturados aos meus.
Quando a vagina dela se contraiu, eu aumentei a velocidade das estocadas na tentativa de gozar junto com ela, e foi nesse exato momento que o meu celular tocou.
Fernanda: Não atende, fica aqui, aaaah, aaaah.
Eu tentei dar pra ela o máximo de prazer possível, ela gozou, mas eu perdi totalmente a concentração no meu próprio prazer.
Fernanda: Você não gozou não foi?
Eu fiquei envergonhado, mas fui o mais sincero possível.
— Desculpe, é que eu sou pai de uma jovem de 17 anos, e eu deixei ela em casa na companhia de uma amiga, e eu não posso ignorar nenhuma ligação, pois pode ser ela, precisando de algo, o celular tocou e eu perdi totalmente a concentração.
Fernanda: Tudo bem, não precisa ficar sem jeito, eu entendo, vai lá atender, eu fico aqui esperando pra gente recomeçar.
Ela falou sorrido, com uma paciência e compreensão admirável.
Eu me levantei e fui buscar o celular que continuava tocando no bolso da minha calça, quando eu vi quem era, eu fiquei furioso, era a Sofia.
Eu fiquei olhando pra tela, decidindo se eu atendia ou não, eu estava em dúvida se aquilo era só uma forma dela estragar a minha noite, ou se realmente havia acontecido algo sério com ela e com a minha filha.
Fernanda: O que houve? Não vai atender?
— Vou sim.

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