SOFIA
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— Eu achei que você...
Kalel: Que eu fosse virar as costas pra você? Que eu fosse ignorar a sua gravidez e deixar passar a oportunidade de construir uma vida com você? Que eu fosse me acovardar mais uma vez e ignorar o fato de que eu te amo, e que não existe outra mulher no mundo capaz de fazer o meu coração bater tão forte quanto você faz o meu bater? Eu jamais faria isso Sofia, eu já perdi tempo demais pensando na opinião dos outros, agora tudo o que eu quero é viver esse amor com você.
Ele disse com os olhos marejados, enquanto eu já estava com as lágrimas encharcando o meu rosto.
Ele me entregou o buquê de rosas, deu dois passos e passou a mão na minha barriga, e a minha pele inteira arrepiou apenas com o toque dele.
Kalel: Essa criança é a melhor coisa que me aconteceu nesses últimos anos além de você é claro, você não precisa ter medo, você não precisa ter dúvidas e nem se questionar se eu te amo ou não, porquê eu vou estar aqui, eu não vou deixar você sozinha porquê eu realmente não sei viver a minha vida sem você, e com certeza não saberei viver a minha vida sabendo que o meu filho estará crescendo longe de mim.
— Você está me dizendo que veio pra ficar? Eu perguntei em meio aos soluços que insistiam em sair, era inevitável tentar me controlar, além de sensível, as palavras que o Kalel estava pronunciando era tudo o que eu precisava ouvir.
Kalel: Eu só vou precisar de alguns dias Sofia, pra resolver tudo em São Paulo, depois eu me mudo pra cá e trago a Valentina junto comigo.
Quando ele falou isso, eu joguei o buquê no Sofá, e o abracei, esse abraço significou tanto pra mim que eu nem tinha palavras pra explicar.
Embora com a barriga um pouco grandinha, isso não me impediu de subir em cima dele e envolver a cintura dele com as minhas pernas.
Ele fechou a porta com o pé, encostou as minhas costas na parede e me beijou, não era qualquer beijo, era um beijo capaz de arrebatar a alma, era um beijo desesperado e avassalador.
Ele segurou as minhas pernas e subiu até a minha bunda e notou que eu estava sem calcinha.
Kalel: Ah Sofia, você não deveria ter atendido a porta assim.
Ele falou com a respiração ofegante e o pau duro.
Kalel: Onde fica o quarto?
Eu apontei e ele saiu me carregando até lá, me deitou na cama e tirou a roupa inteira rapidamente, como se estivesse com pressa de estar dentro de mim.
A minha buceta estava tão molhada, que eu já estava sentindo o meu líquido descer pra minha bunda.
O pau do Kalel estava tão duro, e com a cabecinha tão rosada que tudo o que eu queria era provar o gosto dele pela primeira vez.

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