Nesse momento, Patricia, Ariadne e Benício viram Cynthia.
— Ela ainda tem a cara de pau de aparecer? — Patricia revirou os olhos. — Vamos lá falar com ela.
Assim que os três se aproximaram, ouviram Yadson dizer:
— Você prefere ser amante dele a voltar para mim? Cynthia, desde quando você se rebaixou tanto?
— Amante? — Patricia arregalou os olhos de forma exagerada. — Cynthia, então você realmente tem um patrocinador. Eu sabia que aquela história com o Caio era estranha. Antes você negava, mas agora está provado, não é? Heh, de que adianta ser bonita? Já está suja há muito tempo.
— Quem você está chamando de suja? Se falar besteira de novo, eu rasgo a sua boca. — Berta respondeu com raiva.
Patricia lembrou que Gerson, o homem que ela amava, admitiu gostar de Cynthia, e uma onda de fúria a dominou.
— Já foi demitida e ainda vem para a festa de aniversário da empresa. Vestida assim, está tentando fisgar um ricaço na festa?
— Que cara de pau. Como é que se diz mesmo? — Benício juntou-se à zombaria. — Quem não tem vergonha, domina o mundo.
Ariadne acrescentou:
— Tsc, tsc, você veio por causa do Sr. Soares, não é? Sinto vergonha por você.
Berta, por impulso, quis dar uns tapas neles, mas foi impedida por Cynthia.
— Calma, Berta.
Em uma ocasião como aquela, uma briga seria feia demais.
Além disso, era a festa de aniversário do Grupo Machado e, como esposa do presidente, ela deveria manter o controle da situação.
Com a intervenção de Cynthia, Berta também se acalmou.
Por que se irritar com aquelas pessoas mesquinhas? Daqui a pouco, Anselmo viria anunciar o casamento, e aí sim haveria um bom espetáculo para assistir.
Pensando nisso, Berta sorriu e não disse mais nada.
Nesse momento, Wallace viu Cynthia e também se aproximou.
— Você veio. — Disse Wallace, com uma expressão de surpresa agradável. — Finalmente consegui te ver.

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