Na manhã seguinte, Anselmo levou Cynthia para visitar o Sr. Adonias Leitão.
Adonias morava em um condomínio de luxo na zona sul da cidade.
Anselmo preparou um presente generoso e dirigiu pessoalmente com Cynthia até lá.
Quem abriu a porta foi a empregada da família Leitão, Débora.
Ao ver Anselmo, ela sorriu.
— Sr. Machado, que bom vê-lo.
— Esta deve ser a Sra. Machado, certo? — A empregada olhou para Cynthia.
— Sim. — Respondeu Anselmo. — Trouxe minha esposa para visitar o Sr. Leitão.
— Entrem, entrem! O senhor e a senhora Leitão estão esperando por vocês. O senhor me disse logo cedo que vocês viriam hoje e pediu para comprar mais comida para recebê-los bem.
— Sr. Machado, Sra. Machado, deixem que eu levo isso. — A empregada disse, tentando pegar os presentes que eles traziam.
Anselmo entregou os presentes a Débora e entrou na casa.
Assim que entraram, Adonias e a Sra. Leitão se aproximaram sorrindo.
— Sr. Machado, Sra. Machado.
Adonias, perto dos sessenta anos, era magro, usava óculos sem armação e tinha cabelos grisalhos.
Ele parecia erudito e amável, exalando a aura de um intelectual.
Ao ver o principal cientista de sua área pela primeira vez, os olhos de Cynthia brilharam de admiração.
Anselmo a apresentou.
— Esta é minha esposa, Cynthia.
Com os olhos brilhando de uma emoção mal contida, Cynthia sorriu e estendeu a mão.
— Prazer em conhecê-lo, Sr. Leitão. Prazer, Sra. Leitão.
Adonias e a Sra. Leitão apertaram a mão de Cynthia.
Adonias disse.
— Por favor, sentem-se.
Eles se acomodaram nos sofás da sala de estar.
Débora serviu chá quente, e Cynthia agradeceu educadamente em voz baixa.
Após alguns minutos de conversa, Anselmo foi direto ao ponto.

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