Entrar Via

Sem Perdão: Sua Ajuda Matou Meu Pai romance Capítulo 110

Irrecuperável.

Ele suspirou e começou a passar a mão, entediado, no broche que segurava.

— Ai.

Um formigamento agudo picou o dedo.

— Mas que diabo é isso?

Diego enrugou a testa e virou o broche.

Perto do fecho de metal, uma lâmina fina estava levantada.

Ele murmurou intrigado: — Quando é que começaram a fabricar esse tipo de material barato?

Era fino demais para fazer parte da estrutura do broche. Teria sido adicionado depois?

Usou a unha para apertar o metal e puxou com calma.

Um objeto menor que a unha deslizou para fora, preso a dois fios mais finos que fios de cabelo.

Na ponta, uma rodela muito plana.

Ele segurou o objeto e ficou em silêncio por dois segundos.

Será que...

—

Marisa caminhou pela cabine bufando de raiva.

Havia um buffet em um canto do primeiro andar, ela se aproximou séria, pegou algumas fatias de pão e as comeu.

Pensou em andar mais tarde para ver se encontrava a Mestra Helena.

Originalmente, Gabriel havia conseguido um convite para Giovana ser sua companhia.

Mas o avô de Giovana ligou avisando que o tio dela voltaria no fim de semana e queria um jantar em família, e ela desistiu.

Seus olhos varriam o salão, com as pessoas conversando em grupos de dois ou três.

De repente, uma voz amável soou ao seu lado.

— Nos encontramos de novo?

Marisa ergueu a cabeça e encontrou uma figura de branco.

Aquele rosto lhe era familiar.

Parecia...

— A senhorita ainda lembra de mim?

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Sem Perdão: Sua Ajuda Matou Meu Pai